Zélia Amador de Deus deixa um legado indelével na luta antirracista e na defesa intransigente dos direitos humanos na Amazônia e no Brasil.
O Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH), em nome de suas 47 organizações e movimentos sociais integrantes, manifesta profundo pesar pelo falecimento da professora, pesquisadora e ativista Zélia Amador de Deus, ocorrido aos 74 anos, em Belém (PA).
Trajetória e Legado
Figura central na história dos direitos humanos no Brasil, Zélia dedicou sua vida à defesa intransigente da população negra, das comunidades quilombolas e à consolidação das políticas de ações afirmativas. Como uma das fundadoras do Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará (Cedenpa) em 1980, ela ajudou a estruturar a resistência antirracista na Amazônia e no país.
Sua trajetória também foi marcada pela passagem como vice-reitora da Universidade Federal do Pará (UFPA) e pelo reconhecimento como professora emérita, rompendo barreiras institucionais e abrindo caminhos para gerações de estudantes negros e periféricos.
Como uma das fundadoras do Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará (Cedenpa) em 1980, ela ajudou a estruturar a resistência antirracista na Amazônia e no país. Sua trajetória também foi marcada pela passagem como vice-reitora da Universidade Federal do Pará (UFPA) e pelo reconhecimento como professora emérita, rompendo barreiras institucionais e abrindo caminhos para gerações de estudantes negros e periféricos.
Solidariedade
O CBDDH se solidariza com os familiares, amigos, companheiros de militância do Cedenpa e com todo o movimento social paraense e nacional neste momento de dor e luto coletivo. O legado de Zélia Amador de Deus permanece vivo nas lutas por justiça social, igualdade racial e na defesa irrestrita de quem protege os direitos humanos.
Zélia Amador de Deus, presente! Hoje e sempre.
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