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Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos no CNDH!

  • Date : 22 de outubro de 2026

O Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH) apresenta sua candidatura ao Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) para o biênio 2027-2028, tendo escolhido Glaucia Marinho como sua representante.

Glaucia Marinho é mulher negra, jornalista e diretora executiva da Justiça Global. Foto: Comunicação/MDHC

 

O CBDDH é uma rede nacional que reúne 47 organizações e movimentos sociais comprometidos com a proteção de quem luta por direitos no Brasil. Sua atuação envolve o acompanhamento de situações de ameaças e violações, a articulação de redes de proteção e a incidência junto ao Estado brasileiro e a organismos internacionais para prevenir a violência, garantir proteção e reparação às vítimas.

Uma das prioridades do Comitê é o fortalecimento da Política Nacional de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas. O CBDDH contribuiu para fortalecer o processo de elaboração do Plano Nacional de Proteção às Defensoras e aos Defensores de Direitos Humanos (PlanoDDH) e acompanha os trabalhos de seu Comitê de Implementação, Monitoramento e Avaliação, espaço paritário entre governo e sociedade civil.

Outras prioridades do Comitê é o fortalecimento da Política Nacional de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas (PPDDH). O CBDDH contribuiu para fortalecer o processo de elaboração do Plano Nacional de Proteção às Defensoras e aos Defensores de Direitos Humanos (PlanoDDH) e acompanha os trabalhos de seu Comitê de Implementação, Monitoramento e Avaliação, espaço paritário entre governo e sociedade civil.

O CBDDH tem um forte compromisso com o fortalecimento do CNDH e de sua atuação independente na promoção e defesa dos direitos humanos. Além de integrar sua Comissão Permanente de Defensoras e Defensores, realiza missões conjuntas com o Conselho, contribuindo para a elaboração de relatórios e recomendações e para o fortalecimento dos processos de incidência política em defesa das comunidades e dos territórios. Uma de suas prioridades é ampliar a incidência pelo reconhecimento do CNDH como Instituição Nacional de Direitos Humanos (INDH) do Brasil, em conformidade com os Princípios de Paris.

Escolhida pelo CBDDH para representar essa construção coletiva no CNDH, Glaucia Marinho é uma mulher negra, de 41 anos, diretora executiva da Justiça Global. Gláucia é jornalista, mestre pela UERJ e doutoranda pela UFRJ. Integra a Justiça Global desde 2012. Tem uma trajetória de militância pelo direito à moradia, na luta antirracista e no enfrentamento à violência de Estado. Já integrou a Comissão Permanente de Promoção e Defesa dos Direitos das Mulheres, da População LGBTI, Promoção da Igualdade Racial e Enfrentamento ao Racismodo CNDH e foi vice-presidente da Federação Internacional de Direitos Humanos (FIDH).

 

Sua trajetória reúne a luta pelo direito à moradia, o enfrentamento ao racismo e à violência de Estado e a atuação nacional e internacional em defesa dos direitos humanos.

Nossa candidatura reafirma o compromisso com um CNDH forte, autonomia e conectado às lutas sociais, e com uma política de proteção que alcance defensoras, defensores, comunidades e movimentos em todos os territórios.

✊🏽 Defender quem defende direitos é fortalecer a democracia!

🗳️ Vote no Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos para o CNDH!