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	<title>defensoras e defensores de direitos humanos &#8211; Comitê DDH</title>
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	<description>Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos</description>
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		<title>Nota Pública Pelo Direito ao Tapajós Vivo: Contra a Criminalização dos Povos Originários e pela revogação do Decreto nº 12.600</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comitê DDH]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 21:38:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#160; Nota Pública Pelo Direito ao Tapajós Vivo: Contra a Criminalização dos Povos Originários e pela revogação do Decreto nº 12.600 &#160; O Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH), articulação que reúne 45 organizações e movimentos sociais em defesa daqueles que lutam por direitos humanos no Brasil, vem a público manifestar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Captura-de-tela-2026-02-23-131154.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10045" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Captura-de-tela-2026-02-23-131154.png" alt="" width="398" height="163" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Captura-de-tela-2026-02-23-131154.png 398w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Captura-de-tela-2026-02-23-131154-300x123.png 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Captura-de-tela-2026-02-23-131154-320x131.png 320w" sizes="(max-width: 398px) 100vw, 398px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Nota Pública Pelo Direito ao Tapajós Vivo: </strong><br />
<strong>Contra a Criminalização dos Povos Originários e pela revogação do Decreto nº 12.600</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH), articulação que reúne 45 organizações e movimentos sociais em defesa daqueles que lutam por direitos humanos no Brasil, vem a público manifestar seu irrestrito apoio à mobilização dos povos indígenas do Baixo Tapajós e repudiar as tentativas de criminalização e uso da força contra suas lideranças.</p>
<p>Desde janeiro de 2026, mais de 15 povos originários, liderados pelo Conselho Indígena Tapajós e Arapiuns (CITA) e com o apoio dos povos Munduruku e Kayapó, ocupam legitimamente as instalações da multinacional Cargil no Porto de Santarém (PA), e suas vias de acesso terrestre (BR 130). Esta ação não é um ato isolado de &#8220;vandalismo&#8221;, como setores do agronegócio tentam rotular, mas um grito de resistência contra a privatização dos rios amazônicos e o projeto de transformação do Rio Tapajós em uma hidrovia industrial.</p>
<p>Diante dos fatos recentes, <strong>o Comitê afirma:</strong></p>
<p>1)<strong> A Legitimidade do Protesto</strong>: A ocupação ocorre após o esgotamento das vias de diálogo com o Governo Federal. Os povos defendem seu território contra o Decreto nº 12.600, que inclui trechos dos rios Tapajós, Madeira e Tocantins no Programa Nacional de Desestatização (PND), ignorando o impacto irreversível sobre a pesca, a qualidade da água e os modos de vida tradicionais.</p>
<p>2) <strong>Direito à Consulta Prévia (Convenção 169 da OIT)</strong>: foi denunciado ao governo a situação e mesmo assim avançaram com editais de dragagem e privatização sem realizar a Consulta Livre, Prévia e Informada. Não há &#8220;desenvolvimento&#8221; possível que atropele os direitos originários garantidos pela Constituição de 1988 e tratados internacionais.</p>
<p>3) <strong>Repúdio à Criminalização:</strong> Condenamos as narrativas que buscam deslegitimar a luta indígena, classificando-a como &#8220;violenta&#8221;. Violência é o avanço predatório da soja sobre as terras indígenas e o silenciamento das comunidades. Reafirmamos a importância da decisão judicial que negou pedidos imediatos de reintegração de posse agressiva e a recomendação do Ministério Público Federal (MPF) contra o uso de força policial.</p>
<p>4) <strong>Responsabilidade Corporativa</strong>: Empresas como a Cargill, que se beneficiam da infraestrutura logística em territórios de conflito, devem ser responsabilizadas pelos impactos socioambientais de suas operações e pelo estímulo à repressão de movimentos sociais.</p>
<p><strong>O Comitê apoia:</strong></p>
<p>1) O conjunto de reivindicações do movimento de ocupação, entre as principais está a Revogação Imediata do Decreto nº 12.600; uma vez que a suspensão temporária da licitação de dragagem pelo governo é insuficiente;</p>
<p>2)A anulação definitiva de qualquer medida que coloque os rios da Amazônia sob controle privado;</p>
<p>3)Garantia de segurança aos defensores indígenas: Exigimos que o Estado brasileiro garanta a integridade física e jurídica de Auricelia Arapiun, Alessandra Munduruku e de todas as defensoras e defensores de Direitos Humanos envolvidas na ocupação, impedindo detenções arbitrárias ou o uso de milícias privadas.</p>
<p>4)A instalação de mesa de negociação efetiva para construção de um diálogo que não seja apenas pró-forma, mas que respeite o poder de veto das comunidades sobre projetos que ameacem sua existência.</p>
<p>O Rio Tapajós não é mercadoria. As águas da Amazônia são o sangue dos povos originários e territórios que protegem defensoras e defensores de direitos humanos.</p>
<p>No começo da noite desta segunda-feira (23), o Governo revogou o decreto 12.600 e cancelou a dragagem do rio, segundo a mobilização dos povos indígenas. A decisão foi confirmada após audiência no Palácio do Planalto, com a presença da Ministra Sônia Guajajara, de representantes do governo e das lideranças indígenas que estiveram à frente dos 32 dias de mobilização. A expectativa agora é que a revogação do decreto seja publicada na terça-feira (24) , no Diário Oficial da União.</p>
<p>Comitê seguirá monitoramento a situação para garantir que nenhuma defensora ou defensor de direitos humanos seja silenciado no Pará.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Crédito ????: Coletivo Apoena Audiovisual/Divulgação</em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Caso Mãe Bernadete: CONAQ se pronuncia e reforça a luta por justiça plena</title>
		<link>https://comiteddh.org.br/ultimas-noticias/caso-mae-bernadete-conaq-se-pronuncia-e-reforca-a-luta-por-justica-plena/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Comitê DDH]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 14:18:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#ParticipaçãoSocial]]></category>
		<category><![CDATA[Comite Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[CONAQ]]></category>
		<category><![CDATA[defensoras e defensores de direitos humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[Julgamento marcado para 24 de fevereiro é um passo necessário contra a impunidade, mas evidencia a morosidade Em nota pública, a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ) se posicionou sobre o julgamento dos investigados pelo assassinato de Mãe Bernadete, marcado para o dia 24 de fevereiro, na Bahia. O movimento reconhece [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Julgamento marcado para 24 de fevereiro é um passo necessário contra a impunidade, mas evidencia a morosidade</em></p>
<p>Em nota pública, a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ) se <a href="https://conaq.org.br/caso-mae-bernadete-conaq-se-pronuncia-e-reforca-a-luta-por-justica-plena/" target="_blank" rel="noopener">posicionou sobre o julgamento dos investigados pelo assassinato de Mãe Bernadete</a>, marcado para o dia 24 de fevereiro, na Bahia. O movimento reconhece o anúncio como um avanço necessário no enfrentamento à impunidade que atinge lideranças quilombolas e defensoras de direitos humanos no Brasil, mas alerta que a medida não apaga a demora injustificável do Estado nem o histórico de violência, silenciamento e negligência institucional imposto às comunidades quilombolas.</p>
<p>Na nota, a CONAQ destaca que a recente indenização à família representa um reconhecimento formal da responsabilidade estatal, sem, contudo, substituir a obrigação de garantir justiça plena e efetiva. A entidade reforça que a morte de Mãe Bernadete não é um caso isolado, mas parte de um cenário contínuo de ameaças, criminalização e assassinatos de lideranças que defendem o direito à terra, à vida e à autodeterminação dos povos quilombolas.</p>
<p>Ao reafirmar que a morosidade da Justiça também mata, a CONAQ cobra que o julgamento vá além da responsabilização individual, alcançando os mandantes e as estruturas políticas e econômicas que sustentam a violência territorial. A organização segue exigindo medidas concretas, como proteção real às lideranças, titulação dos territórios quilombolas e enfrentamento direto ao racismo institucional.</p>
<p>Leia a nota na<a href="https://conaq.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Nota-caso-Mae-Bernadete.docx.pdf" target="_blank" rel="noopener"> íntegra aqui.</a></p>
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		<title>&#8220;A violência não pode ficar impune&#8221;, destacam povos tradicionais sobre assassinato do jovem Avá-Guarani</title>
		<link>https://comiteddh.org.br/ultimas-noticias/a-violencia-nao-pode-ficar-impune-destacam-povos-tradicionais-sobre-assassinato-do-jovem-ava-guarani/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Comitê DDH]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 01:22:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[AVá-Guarani]]></category>
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					<description><![CDATA[Em nota coletivo manifesta a urgência da investigação completa, rápida e comprometida das autoridades Estaduais e Federais na responsabilização dos envolvidos no crime contra a vida de Everton Lopes Rodrigues Por Assessoria de comunicação Terra de Direitos Povos e comunidades tradicionais e organizações sociais reivindicam, em nota publicada nesta quinta-feira (17), a urgente e comprometida [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="row">
<div><em>Em nota coletivo manifesta a urgência da investigação completa, rápida e comprometida das autoridades Estaduais e Federais na responsabilização dos envolvidos no crime contra a vida de Everton Lopes Rodrigues</em></div>
</div>
<div></div>
<div>
<figure id="attachment_9593" aria-describedby="caption-attachment-9593" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/07/assassinato-indigena.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-9593" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/07/assassinato-indigena.jpg" alt="" width="1200" height="800" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/07/assassinato-indigena.jpg 1200w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/07/assassinato-indigena-300x200.jpg 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/07/assassinato-indigena-1024x683.jpg 1024w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/07/assassinato-indigena-768x512.jpg 768w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/07/assassinato-indigena-320x213.jpg 320w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/07/assassinato-indigena-480x320.jpg 480w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/07/assassinato-indigena-800x533.jpg 800w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/07/assassinato-indigena-360x240.jpg 360w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/07/assassinato-indigena-270x180.jpg 270w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/07/assassinato-indigena-555x371.jpg 555w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/07/assassinato-indigena-120x80.jpg 120w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-9593" class="wp-caption-text">Povos e comunidades tradicionais destacam a relação direta entre a não demarcação dos territórios indígenas e a intensa violência contra os Avá-Guarani. Foto: web</figcaption></figure>
</div>
<div></div>
<div class="row">
<div class="col-xs-6 col-sm-6 col-md-6 col-lg-6"><em><small class="text-muted"><b>Por Assessoria de comunicação Terra de Direitos</b></small></em></div>
<div></div>
<div>Povos e comunidades tradicionais e organizações sociais reivindicam, em nota publicada nesta quinta-feira (17), a urgente e comprometida investigação e responsabilização dos responsáveis envolvidos no assassinato do jovem Avá-Guarani Everton Lopes Rodrigues. Filho do cacique Bernardo da Tekoha Yvyju Awary, Terra Indígena (TI) Guasu Guavirá, o corpo do jovem foi encontrado próximo à aldeia junto à um bilhete de ameaça à toda comunidade indígena da região do Oeste do Paraná.</div>
</div>
<div>
<p>Reunidos em Curitiba (PR) deste terça-feira Oficina Povos Tradicionais, Crise Climática e Caminhos de Luta, os povos e comunidades tradicionais repudiam o crime brutal e exigem o envio de reforços às aldeias como medidas de proteção, com atenção especial para o transporte das crianças indígenas para a escola e dos trabalhadores indígenas no deslocamento aos seus locais de trabalho. “É preciso também fortalecer as medidas de proteção e prevenção, para que novos episódios de violência não ocorram”, aponta um trecho.</p>
<p><a href="https://terradedireitos.org.br/uploads/arquivos/Nota-de-repudio-assassinato-Ava-Guarani-Everton%281%29.pdf" target="_blank" rel="noopener">Veja aqui a nota na íntegra</a></p>
<p>Expulsos dos seus territórios com a construção do reservatório da Usina Hidrelétrica de Itaipu e pela expansão agrícola na década de 1940, os Avá-Guarani empreenderam um movimento de retorno ao território em 2004. O processo de demarcação data de 2009, no entanto, uma Ação Civil Pública (ACP) movida pelo município de Guaíra no ano de 2020, e que tramita no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), impede que demarcação seja retomada. Até o momento foi elaborada a declaração do Território Indígena e o Relatório Circunstanciado de Identificação e Delimitação (RCID).</p>
<p>Em março deste ano foi estabelecido um acordo emergencial entre os Avá-Guarani e Itaipu Binacional, a Fundação Nacional do Índio (Funai), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Advocacia-Geral da União (AGU) e Ministério de Povos Indígenas, no qual a Itaipu se comprometeu a adquirir de forma emergencial 3 mil hectares de terras como forma de reparação parcial pelos danos causados durante a construção da hidrelétrica. No entanto, as famílias ainda aguardam.</p>
<p>“O Estado brasileiro e o Paraná têm uma dívida histórica com o Povo Avá-Guarani, que foi expulso de seu território ancestral e até hoje não teve os seus direitos territoriais devidamente reconhecidos”, destaca outro trecho.</p>
<p>O Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) também se manifestou, em nota publicada no dia 13. O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) manifestou “profunda preocupação com o bárbaro assassinato”.</p>
<h4>Escuta sobre as violências sofridas pelos Avá-Guarani</h4>
<p>Em maio o Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) o Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos realizaram uma missão in-loco para escuta direta aos Avá-Guarani e autoridades competentes. A atividade contou com representantes das organizações sociais e movimentos populares Terra de Direitos, Justiça Global, Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e Conselho Indigenista Missionário (Cimi), e dois conselheiros do CNDH, e representantes de órgãos do Governo Federal, Ministério Público e Defensoria Pública do Paraná.</p>
</div>
<div class="row">
<div class="col-xs-6 col-sm-6 col-md-6 col-lg-6">
<div class="pull-right">
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Plano Nacional DDH: Comitê lança informe com síntese do trabalho do GTT Sales Pimenta</title>
		<link>https://comiteddh.org.br/ultimas-noticias/plano-nacional-ddh-comite-lanca-informe-com-sintese-do-trabalho-do-gtt-sales-pimenta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Comitê DDH]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2025 05:40:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[Anteprojeto de Lei]]></category>
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					<description><![CDATA[“A elaboração de um Plano Nacional de Proteção, com a devida participação da sociedade civil, não é o fim de um processo de luta: é apenas o começo”. É o que afirma o Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH), através de um informe com uma síntese sobre a finalização dos trabalhos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“A elaboração de um Plano Nacional de Proteção, com a devida participação da sociedade civil, não é o fim de um processo de luta: é apenas o começo”. É o que afirma o Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH), através de um informe com uma síntese sobre a finalização dos trabalhos do Grupo de Trabalho Técnico (GTT) Sales Pimenta, divulgada nesta terça-feira (11.03).</p>
<p>Ao todo, 14 organizações que compõem o CBDDH, participaram efetivamente do processo de trabalho do grupo, responsável pela elaboração da nova proposta do Plano Nacional de Proteção a Defensoras e Defensores de Direitos Humanos, além da minuta do Anteprojeto de Lei, que institucionaliza o Sistema Nacional de Proteção às Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (SNPDDH), <a href="https://comiteddh.org.br/ultimas-noticias/ministerio-dos-direitos-humanos-publica-portaria-com-a-composicao-do-gtt-sales-pimenta/" target="_blank" rel="noopener">conforme previsto no Decreto, que criou este importante espaço de articulação e incidência.</a></p>
<figure id="attachment_9428" aria-describedby="caption-attachment-9428" style="width: 400px" class="wp-caption alignright"><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/03/f1b9e9f5-c9cc-443d-bee7-0b3253369e98.jpeg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-9428" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/03/f1b9e9f5-c9cc-443d-bee7-0b3253369e98.jpeg" alt="" width="400" height="266" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/03/f1b9e9f5-c9cc-443d-bee7-0b3253369e98.jpeg 400w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/03/f1b9e9f5-c9cc-443d-bee7-0b3253369e98-300x200.jpeg 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/03/f1b9e9f5-c9cc-443d-bee7-0b3253369e98-320x213.jpeg 320w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/03/f1b9e9f5-c9cc-443d-bee7-0b3253369e98-360x240.jpeg 360w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/03/f1b9e9f5-c9cc-443d-bee7-0b3253369e98-270x180.jpeg 270w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/03/f1b9e9f5-c9cc-443d-bee7-0b3253369e98-120x80.jpeg 120w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><figcaption id="caption-attachment-9428" class="wp-caption-text">O Plano Nacional está organizado em três eixos – Proteção estatal, Proteção popular e Acesso a direitos e combate à impunidade (Foto: Clarice Castro/MDHC)</figcaption></figure>
<blockquote><p><em>&#8220;Para os integrantes do CBDDH apresentados no GTT, “é de extrema urgência e importância que o Plano não somente seja disponibilizado, como seja publicado em formato de decreto. Isso porque a mera publicação de um documento com as instruções debatidas pelo GTT Sales Pimenta não traria a força normativa que é premente para a garantia da robustez das políticas públicas de proteção no país”.</em></p></blockquote>
<p>O documento com a proposta do novo Plano Nacional e a minuta do anteprojeto de Lei, <a href="https://www.global.org.br/blog/gtt-sales-pimenta-entrega-plano-nacional-de-protecao-a-defensores-de-direitos-humanos-ao-ministerio-de-direitos-humanos/" target="_blank" rel="noopener">foram entregues pelos integrantes do GTT</a>, à então secretária executiva do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC), Janine Mello, em 12 de dezembro de 2024. Na mesma data, também foi pactuado calendário de finalização das atividades referentes ao desenvolvimento e publicação do PNPDDH.</p>
<p>De acordo com compromisso assumido pelo MDHC, a previsão é de que o Plano seja publicado como decreto presidencial em meados de abril de 2025. Prazo já confirmado por representantes do Ministério em reunião de alinhamento realizada pelos integrantes do GTT em janeiro de 2025.</p>
<p>A construção do PNPDDH se deu com ampla participação social e contou com organizações da sociedade civil, além de representantes do Poder Executivo Federal de forma paritária no pleno do Grupo de Trabalho.</p>
<p><strong><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Plano-Nacional-DDH_-Informe-com-sintese-do-trabalho-do-GTT-Sales-Pimenta.pdf" target="_blank" rel="noopener">Leia o informe na integra aqui</a>.</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comitê celebra 20 anos e reúne 60 defensores em Encontro Nacional</title>
		<link>https://comiteddh.org.br/ultimas-noticias/comite-celebra-20-anos-e-reune-60-defensores-em-encontro-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Comitê DDH]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Aug 2024 14:58:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#ParticipaçãoSocial]]></category>
		<category><![CDATA[defensoras e defensores de direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Carta política de 20 Anos convoca o Estado Brasileiro a priorizar a construção de políticas públicas estruturais que assegurem a proteção dos territórios e de defensores Brasília &#8211; O Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos, organização com 48 organizações e movimentos sociais, entre os dias 07 e 09 de agosto de 2024 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i>Carta política de 20 Anos convoca o Estado Brasileiro a priorizar a construção de políticas públicas estruturais que assegurem a proteção dos territórios e de defensores</i><i><br />
</i></p>
<figure id="attachment_9341" aria-describedby="caption-attachment-9341" style="width: 2547px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2024/08/20240809_1238251-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-9341 size-full" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2024/08/20240809_1238251-scaled-e1724597326105.jpg" alt="Participantes do Encontro Nacional juntos com suas bandeiras de luta" width="2547" height="1100" /></a><figcaption id="caption-attachment-9341" class="wp-caption-text"><em>Participantes do Encontro Nacional juntos com suas bandeiras de luta, no último dia do Encontro. Crédito Tatiana Lima</em></figcaption></figure>
<p><i>Brasília &#8211; </i>O Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos, organização com 48 organizações e movimentos sociais, entre os dias 07 e 09 de agosto de 2024 realizou o 7º Encontro Nacional para debater a conjuntura e rumos da política pública nacional de proteção a DDHs no país, além de celebrar 20 anos de luta da rede.</p>
<p>Neste ano, o Encontro Nacional  teve como <b>tema central a reflexão sobre a luta pela proteção de defensoras e defensores de direitos humanos a partir de uma perspectiva interseccional.</b> O evento, que aconteceu em Brasília, é o principal espaço de ações e estratégias da rede e contou com a participação de 60 DDHs de diversos estados.</p>
<blockquote><p><i>“As lutas pelas vidas e pelo bem viver, guiadas por nossas ancestralidades representadas pelas mulheres negras e indígenas, passam necessariamente pela defesa do meio ambiente, dos territórios que são parte de condição básica para a existência humana, de nossas culturas e tradições&#8221;, </i>destaca <b>a Carta Política</b> <b>do Encontro Nacional</b>.</p>
<figure id="attachment_9342" aria-describedby="caption-attachment-9342" style="width: 2547px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2024/08/20240809_123519-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-9342 size-full" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2024/08/20240809_123519-scaled-e1724597710845.jpg" alt="Participantes do Encontro Nacional, representantes de 48 organizações e movimentos sociais, abraçam-se e reafirmam compromisso de luta em rede a partir do Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de direitos humanos. " width="2547" height="968" /></a><figcaption id="caption-attachment-9342" class="wp-caption-text"><em>Participantes do Encontro Nacional, representantes de 48 organizações e movimentos sociais, abraçam-se e reafirmam compromisso de luta em rede a partir do Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de direitos humanos. Crédito: Tatiana Lima</em></figcaption></figure></blockquote>
<p>O documento destaca também como crucial o debate sobre a biodiversidade e <i>“a disputa cada vez mais centrada nos territórios e bens naturais”</i> no país, que acarretam em um processo de <i>“escalada de violência, criminalização e assassinatos de defensoras e defensores de direitos humanos de povos e comunidades tradicionais, quilombolas, indígenas e sem terras”. </i><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2024/08/carta-politica-CBDDH-encontro-nacional-20anos-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">Acesse e leia na íntegra aqui, a Carta Política 20 Anos</a>.</p>
<p>Sobretudo, destaca o avanço da crise climática que impõem a necessidade de se reconhecer as pessoas defensoras de direitos humanos e ambientalistas como agentes centrais nas soluções do problema. A <a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2024/08/carta-politica-CBDDH-encontro-nacional-20anos-1.pdf" target="_blank" rel="noopener"><b>Carta Política de 20 Anos </b></a>foi aprovada na plenária final realizada no último dia do encontro, 9 de agosto.</p>
<p>O compromisso das organizações e movimentos sociais com a articulação formada através do Comitê Brasileiro DDHs, além da luta em prol dos direitos dos povos da floresta, das águas, do campo e das cidades, também está reafirmado na carta. Especialmente, através do fortalecimento da reconstrução da principal política pública voltada para DDHs no Brasil: o <b>Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos e  Comunicadores e Ambientalistas</b> (PPDDH), objeto da articulação do CBDDH desde sua criação, em 2004.</p>
<blockquote><p>A política de proteção foi uma conquista histórica da sociedade civil, criada no ano de 2004, mas que sofreu ao longo dos anos diversos processos de enfraquecimento sistemático. Por isso, a <b>Carta Política</b> destaca a importância da incidência política feita por entidades membros do CBDDH no processo de construção do Plano Nacional de Proteção a DDHs realizado pelo <b>Grupo de Trabalho Técnico (GTT) Sales Pimenta.  </b></p></blockquote>
<p>Nesse sentido,  programação do evento, garantiu a participação dos defensores e defensoras presentes no Encontro Nacional na 2ª Audiência Pública do Grupo de Trabalho Técnico (GTT) Sales Pimenta, que aconteceu na sede do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), em Brasília (DF), em 07 de agosto, com o tema: “Cenário de violação e proteção de pessoas defensoras e comunicadoras vinculadas às questões de gênero, sexualidade e raça (interseccionalidade)”.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Encontro Nacional reúne mais de 60 defensoras e defensores de todas as regiões do país</title>
		<link>https://comiteddh.org.br/ultimas-noticias/encontro-nacional-reune-mais-de-60-defensoras-e-defensores-de-todas-as-regioes-do-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Comitê DDH]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jun 2023 22:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comitê Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[DDH]]></category>
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		<category><![CDATA[defensoras e defensores de direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Plenária aprova o ingresso de mais três organizações no Comitê Brasileiro DDH, que trabalha em defesa dos defensores de direitos humanos há quase 20 anos no país Em clima de esperança, união e luta coletiva, mais de 60 pessoas estiveram presentes no Encontro Nacional 2023 do Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Plenária aprova o ingresso de mais três organizações no Comitê Brasileiro DDH, que trabalha em defesa dos defensores de direitos humanos há quase 20 anos no país<br />
</em></p>
<p>Em clima de esperança, união e luta coletiva, mais de 60 pessoas estiveram presentes no Encontro Nacional 2023 do Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH), realizado entre os dias 5 e 7 de junho, em Brasília. O evento é o principal espaço de ações e estratégias em prol da proteção integral de pessoas defensoras de direitos humanos do Comitê (<a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/Carta-politica.pdf" target="_blank" rel="noopener">leia a carta política do encontro naciona 2023</a>).</p>
<p>Em plenária final, os representantes das 43 entidades membros participantes do encontro, reafirmaram seu compromisso com a luta de defensoras e defensores de direitos humanos no campo, na floresta e na cidade, além do comprometimento em trabalhar pelo fortalecimento da reconstrução da principal política pública voltada para DDHs no Brasil: o Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos e  Comunicadores e Ambientalistas (PPDDH).</p>
<p><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-07-at-11.09.25.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-8761" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-07-at-11.09.25-1024x461.jpeg" alt="" width="660" height="297" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-07-at-11.09.25-1024x461.jpeg 1024w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-07-at-11.09.25-300x135.jpeg 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-07-at-11.09.25-768x346.jpeg 768w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-07-at-11.09.25-1536x691.jpeg 1536w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-07-at-11.09.25-320x144.jpeg 320w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-07-at-11.09.25-480x216.jpeg 480w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-07-at-11.09.25-800x360.jpeg 800w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-07-at-11.09.25.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 660px) 100vw, 660px" /></a></p>
<blockquote><p><em>&#8220;O Comitê Brasileiro DDH exige o fortalecimento da política pública, a partir dos programas de proteção e da instituição do grupo de trabalho que vai reformular e repensar a política nacional de proteção, que deve ser uma das prioridades desse governo e reafirma seu compromisso com a proteção integral dos defensores e defensoras de direitos humanos e suas lutas, um pilar de sustentação da democracia e dos direitos humanos&#8221;, </em>afirma o CBDDH, na carta política do encontro.<em><br />
</em></p></blockquote>
<p>Ainda, a articulação política com quase 20 anos de existência, saiu mais fortalecida com a aprovação do ingresso de outras três entidades: <a href="https://www.ideasap.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Ideas Assessoria Popular</a>, <a href="https://institutokaingang.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Instituto Kaingáng</a> e <a href="https://merepresenta.org.br/" target="_blank" rel="noopener">#MeRepresenta</a>, somando agora 48 organizações e movimentos sociais.</p>
<p>Também foram aprovados durante a plenária a formação de grupos de trabalho para maior articulação do Comitê Brasileiro DDH. Especialmente, no que diz respeito a ações de incidência em políticas públicas. Após a plenária final do encontro, os grupos de trabalho já aproveitaram a mobilização e se reuniram para debater ações e atividades para o segundo semestre de 2023.</p>
<p><strong>Participações</strong></p>
<p>O Encontro Nacional 2023, contou com a presença do Ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, na mesa de abertura realizada em 5 de junho. Por quase um hora, o ministro debateu sobre  os desafios para a construção do Plano Nacional de Proteção aos Defensores e Defensoras dos Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas. Ele destacou como &#8220;de suma importância&#8221; a participação do Comitê em reuniões com gestores do Ministério para o &#8220;avanço da pauta&#8221;.</p>
<figure id="attachment_8784" aria-describedby="caption-attachment-8784" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/Tatiana-Lima-Credito.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8784 size-large" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/Tatiana-Lima-Credito-1024x453.jpeg" alt="" width="660" height="292" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/Tatiana-Lima-Credito-1024x453.jpeg 1024w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/Tatiana-Lima-Credito-300x133.jpeg 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/Tatiana-Lima-Credito-768x340.jpeg 768w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/Tatiana-Lima-Credito-1536x680.jpeg 1536w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/Tatiana-Lima-Credito-320x142.jpeg 320w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/Tatiana-Lima-Credito-480x212.jpeg 480w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/Tatiana-Lima-Credito-800x354.jpeg 800w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/Tatiana-Lima-Credito.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 660px) 100vw, 660px" /></a><figcaption id="caption-attachment-8784" class="wp-caption-text">Crédito: Tatiana Lima, Ascom CBDDH</figcaption></figure>
<p>O Encontro Nacional também teve a presença de Luiza Marilac, representando o Conselho Nacional de Direitos Humanos, na roda de conversa: <em>E agora, Brasil?: Reflexões conjunturais sobre os desafios para DDHs. </em>Já a coordenadora-geral do PPDDH, <a href="https://comiteddh.org.br/ultimas-noticias/programa-de-protecao-aos-defensores-de-direitos-humanos-tem-defensora-como-coordenadora-geral/" target="_blank" rel="noopener">Luciana Pivato</a>, participou do segundo dia do evento, quando apresentou um panorama geral da situação encontrada pela atual equipe após quatro anos do governo bolsonarista.</p>
<p>O segundo dia do evento ainda contou com o painel: &#8220;<em>Fundos Emergenciais</em>&#8220;, no qual sete organizações com fundo emergênciais para pessoas defensoras e organizações de direitos humanos, puderam se apresentar e conversar com os DDHs presentes sobre as suas linhas de autação e como acessar os fundos em situações de emergências. Estavam presentes: o <a href="https://casa.org.br/fundo-casa-e-parceiros-participam-de-encontro-nacional-da-rede-do-comite-brasileiro-de-defensoras-e-defensores-de-direitos-humanos/" target="_blank" rel="noopener">Fundo Casa Socioambiental</a>, o<a href="https://www.fundobrasil.org.br/" target="_blank" rel="noopener"> Fundo Brasil de Direitos Humanos</a>, <a href="https://fondoaccionurgente.org.co/pt/" target="_blank" rel="noopener">Fondo de Acción Urgente de América Latina y el Caribe</a> (FAU), <a href="https://www.frontlinedefenders.org/" target="_blank" rel="noopener">FrontLine Defenders</a>, <a href="https://sementesdeprotecao.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Projeto Sementes de Proteção e Projeto Defendendo Vidas</a> (do Movimento Nacional dos Direitos Humanos),<a href="https://rededeprotecao.org.br/" target="_blank" rel="noopener"> Rede Nacional de Proteção a Jornalistas</a> e o próprio <a href="https://comiteddh.org.br/" target="_blank" rel="noopener">CBDDH</a>.</p>
<figure id="attachment_8783" aria-describedby="caption-attachment-8783" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/morganadamasio-281-1072x699-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8783 size-large" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/morganadamasio-281-1072x699-1-1024x668.jpg" alt="" width="660" height="431" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/morganadamasio-281-1072x699-1-1024x668.jpg 1024w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/morganadamasio-281-1072x699-1-300x196.jpg 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/morganadamasio-281-1072x699-1-768x501.jpg 768w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/morganadamasio-281-1072x699-1-320x209.jpg 320w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/morganadamasio-281-1072x699-1-480x313.jpg 480w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/morganadamasio-281-1072x699-1-800x522.jpg 800w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/morganadamasio-281-1072x699-1.jpg 1072w" sizes="auto, (max-width: 660px) 100vw, 660px" /></a><figcaption id="caption-attachment-8783" class="wp-caption-text">Crédito: Morgana Damázio, Ascom AATR</figcaption></figure>
<p>O painel faz parte de uma estratégia conjunta do Comitê Brasileiro DDH com os Fundos e teve o objetivo de fortalecer a articulação, cooperação e atuação entre financiadores, organizações de apoio aos defensores e DDHs. Para isso, foram apresentandos quais são as linhas de apoio dos fundos, os critérios, metodologias de suporte, lmas também as limitações e as formas de acesso de cada fundo disponibilizada para as pessoas e organizações defensoras de direitos humanos.</p>
<p>As trocas efetuadas revelaram o quadro de complexidades que envolve a proteção de defensoras e defensores de direitos humanos, bem como os desafios colocados para esta agenda, além de uma reflexão de como é necessário aprimorar as capacidades de apoios às pessoas e organizações em situação de risco e vulnerabilidade.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Governo publica Decreto que institui GT sobre o Plano Nacional de Proteção a DDHs</title>
		<link>https://comiteddh.org.br/ultimas-noticias/decreto-que-institui-gt-sobre-o-plano-nacional-de-protecao-e-anteprojeto-de-lei-e-publicado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Comitê DDH]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jun 2023 16:15:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#ParticipaçãoSocial]]></category>
		<category><![CDATA[Comitê Brasileiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi publicado no Diário Oficial da União o decreto DECRETO Nº 11.562, DE 13 DE JUNHO DE 2023. O decreto institui o Grupo de Trabalho Sales Pimenta, que será responsável pela elaboração de proposta do Plano Nacional de Proteção a Defensoras e Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e ambientalistas  (PPDDH), e elaborar uma proposta de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_8642" aria-describedby="caption-attachment-8642" style="width: 1170px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/01/esplanada.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8642 size-full" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/01/esplanada.jpg" alt="" width="1170" height="700" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/01/esplanada.jpg 1170w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/01/esplanada-300x179.jpg 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/01/esplanada-1024x613.jpg 1024w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/01/esplanada-768x459.jpg 768w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/01/esplanada-320x191.jpg 320w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/01/esplanada-480x287.jpg 480w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/01/esplanada-800x479.jpg 800w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/01/esplanada-770x460.jpg 770w" sizes="auto, (max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /></a><figcaption id="caption-attachment-8642" class="wp-caption-text">Crédito: Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Foi publicado no Diário Oficial da União o decreto <a href="http://www.in.gov.br/web/dou/-/decreto-n-11.562-de-13-de-junho-de-2023-489766859" target="_blank" rel="noopener">DECRETO Nº 11.562, DE 13 DE JUNHO DE 2023</a>. O decreto institui o Grupo de Trabalho Sales Pimenta, que será responsável pela elaboração de proposta do Plano Nacional de Proteção a Defensoras e Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e ambientalistas  (PPDDH), e elaborar uma proposta de anteprojeto de lei sobre a Política Nacional de Proteção a DDHs.</p>
<p>O Grupo de Trabalho, criado no âmbito do Ministério dos Direitos Humanos, é fruto de demanda histórica da sociedade civil. O decreto nº 6044 de 2007, que criou o PPDDH, delimitou o prazo de 90 dias para criação do plano nacional, o que nunca ocorreu. Sentença do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, de 2022, determinou ao governo que criasse o plano nacional de proteção. Desde então, o <a href="https://comiteddh.org.br/ultimas-noticias/apos-ser-cobrado-governo-se-compromete-em-criar-grupo-de-trabalho-para-reestruturacao-do-ppddh-ate-junho/">Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos</a>, formado por 48 organizações e movimentos sociais e organizações da sociedade civil, tem feito diversas reuniões e incidências perante o governo federal para a criação do GT.</p>
<figure id="attachment_8732" aria-describedby="caption-attachment-8732" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/05/22_05_2023_2_Clarice-Castro-_-MDHC.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8732 size-full" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/05/22_05_2023_2_Clarice-Castro-_-MDHC.jpeg" alt="" width="1024" height="637" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/05/22_05_2023_2_Clarice-Castro-_-MDHC.jpeg 1024w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/05/22_05_2023_2_Clarice-Castro-_-MDHC-300x187.jpeg 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/05/22_05_2023_2_Clarice-Castro-_-MDHC-768x478.jpeg 768w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/05/22_05_2023_2_Clarice-Castro-_-MDHC-320x199.jpeg 320w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/05/22_05_2023_2_Clarice-Castro-_-MDHC-480x299.jpeg 480w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/05/22_05_2023_2_Clarice-Castro-_-MDHC-800x498.jpeg 800w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-8732" class="wp-caption-text">Representantes do Comitê Brasileiro DDH se reuniram com Ministérios dos Direitos Humanos e da Cidadania, em maio. Na ocasião, cobraram publicação do Decreto. Crédito: Clarice Castro/ MHDC</figcaption></figure>
<p>O grupo de trabalho será composto por 10 representantes da sociedade civil e 10 membros do poder executivo federal. <a href="https://www.jota.info/justica/brasil-e-condenado-por-impunidade-de-assassinos-de-defensor-de-direitos-humanos-05102022">Gabriel Sales Pimenta</a>, que dá nome ao grupo de trabalho, foi um advogado de trabalhadoras e trabalhadores rurais e defensor de direitos humanos assassinado a tiros em Marabá em 1992. Em 2002, o estado brasileiro foi condenado pela Corte Interamericana de Direitos Humanos pela impunidade dos responsáveis pelo homicídio.</p>
<p>A construção de um plano nacional de proteção a defensoras e defensores de direitos humanos e do anteprojeto de lei sobre a política nacional de proteção são medidas fundamentais para aprimorar a política pública em busca de efetivamente garantir a proteção e enfrentamento das causas que estruturam essas violências.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo da Justiça Global e Terra de Direitos aponta 169 defensores de direitos humanos assassinados no Brasil</title>
		<link>https://comiteddh.org.br/ultimas-noticias/estudo-da-justica-global-e-terra-de-direitos-aponta-169-defensoras-e-defensores-de-direitos-humanos-assassinados-no-brasil-nos-ultimos-4-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Comitê DDH]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jun 2023 15:57:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[defensoras e defensores de direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça Global]]></category>
		<category><![CDATA[Terra de Direitos]]></category>
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					<description><![CDATA[Luta territorial e ambiental são as maiores motivações das violências e a Amazônia Legal é a região com maior número de assassinatos e ameaças A vida de defensores de direitos humanos corre, constantemente, um grande perigo segundo o estudo &#8220;Na Linha de Frente: violência contra defensores e defensoras de direitos humanos no Brasil&#8220;. A pesquisa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Luta territorial e ambiental são as maiores motivações das violências e a Amazônia Legal é a região com maior número de assassinatos e ameaças</em></p>
<p>A vida de defensores de direitos humanos corre, constantemente, um grande perigo segundo o estudo &#8220;<a href="http://www.global.org.br/wp-content/uploads/2023/06/Na-Linha-de-Frente-.pdf" target="_blank" rel="noopener">Na Linha de Frente: violência contra defensores e defensoras de direitos humanos no Brasil</a>&#8220;. A pesquisa desenvolvida pelas organizações Justiça Global e Terra de Direitos registrou os casos de violência contra quem defende direitos no Brasil ao longo de todo o governo do ex-presidente da república Jair Bolsonaro (PL), 2019 a 2022. Os dados alarmantes apontam 1171 casos de violência, sendo 169 assassinatos e 579 ameaças. Os dados mostram o acirramento de conflitos territoriais e ambientais no país, com casos registrados em todos os estados brasileiros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed3.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-8745 size-full" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed3.png" alt="" width="800" height="450" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed3.png 800w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed3-300x169.png 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed3-768x432.png 768w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed3-320x180.png 320w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed3-480x270.png 480w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a></p>
<p>O estudo considerou casos de violência contra defensoras e defensores de direitos humanos que aconteceram como forma de impedir a reivindicação e defesa de direitos. As violências foram categorizadas em oito tipos: ameaça, agressão física, assassinato, atentado, criminalização, deslegitimação, importunação sexual e suicídio. Foram considerados episódios de violência registrados em todo o território brasileiro. Além disso, o levantamento considerou casos de violência individuais e contra coletivos, como por exemplo ataques contra povos indígenas e quilombolas. Bruno Pereira, Dom Phillips, Dilma Ferreira, Fernando Araújo dos Santos, Paulo Paulino Guajajara são alguns dos 169 defensores de direitos humanos assassinados ao longo dos último 4 anos. A maior parte dos assassinatos foi provocada por arma de fogo (63,3%, se somadas as categorias tiro e múltiplos tiros).</p>
<p><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed1.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-8742 size-full" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed1.png" alt="" width="800" height="450" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed1.png 800w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed1-300x169.png 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed1-768x432.png 768w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed1-320x180.png 320w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed1-480x270.png 480w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a></p>
<p>Em 11 dos assassinatos, há referência à sinais de tortura encontrados no corpo da ou do defensor morto. No caso do assassinato do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, no Vale do Javari (AM), em junho de 2022, ambos foram emboscados e mortos quando viajavam de barco pela região. Segundo as investigações, eles foram assassinados a tiro, queimados e enterrados. O crime teria sido motivado pelo trabalho desempenhado por Bruno na denúncia de pesca ilegal em território indígena.</p>
<p><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed2.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-8741 size-full" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed2.png" alt="" width="800" height="450" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed2.png 800w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed2-300x169.png 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed2-768x432.png 768w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed2-320x180.png 320w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed2-480x270.png 480w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a>Os dados do levantamento destacam que defensores indígenas foram alvos de grande parte das violências sofridas por defensores de direitos humanos: 346 casos, sendo 50 assassinatos e 172 ameaças. O quadriênio foi marcado pela adoção de uma política anti-indígena pelo governo federal e aumento da invasão e exploração dos territórios tradicionais pelo garimpo, desmatamento e agronegócio.</p>
<p><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-8743 size-full" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed.png" alt="" width="800" height="450" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed.png 800w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed-300x169.png 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed-768x432.png 768w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed-320x180.png 320w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed-480x270.png 480w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><strong>Governo Bolsonaro</strong></p>
<p>Durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), a situação das defensoras  e dos defensores de direitos humanos no Brasil foi motivo de preocupação e denúncias nas esferas nacional e internacional. O ex-presidente frequentemente expressou visões controversas sobre diversas questões relacionadas aos direitos humanos, o que criou um ambiente hostil para aqueles que trabalham em defesa desses direitos fundamentais. Bolsonaro muitas vezes descreditou movimentos sociais e organizações não-governamentais (ONGs), acusando-os de &#8220;defender bandidos&#8221; ou de terem uma agenda contrária aos interesses nacionais. Essa estigmatização contribui para um clima de hostilidade e desconfiança em relação aos defensores de direitos humanos, tornando seu trabalho mais difícil e perigoso.</p>
<p>Além disso, diversos estudos e relatórios apontaram a falta de enfrentamento por parte do Governo Federal a problemas estruturais, como a concentração fundiária, não demarcação de territórios indígenas, a não titulação de quilombos e etc &#8211; o que aumentou a exposição de defensores a violências. O Brasil retrocedeu na garantia dos direitos humanos no último período, apontaram os países que compõem o Sistema da Organização das Nações Unidas (ONU) e organizações sociais no processo de Revisão Periódica Universal.</p>
<p>As organizações autoras do estudo também alertam para as modificações urgentes que devem ser realizadas no Programa Federal de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas (PPDDH). Em 2022, Justiça Global e Terra de Direitos também lançaram o relatório Olhares críticos sobre mecanismos de proteção de defensoras e defensores de direitos humanos na América Latina, que alertou para o fato de a política de proteção não dispor de aparatos e recursos para a proteção efetiva da vida das defensoras e defensores de direitos humanos, carecendo de uma reestruturação com dotação orçamentária e pessoal.</p>
<p>Para a socióloga e coordenadora de projetos da Justiça Global, Sandra Carvalho, os dados reforçam a necessidade de priorizar o Plano Nacional de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas (PPDDH). “É urgente que o governo do presidente Lula assuma os compromissos acordados durante o governo de transição priorizando o PPDDH, e se comprometa a não medir esforços para fortalecer o programa com orçamento adequado, paridade entre estado e sociedade civil em seu Conselho Deliberativo e uma nova propositura legislativa que institua o marco legal da política pública de proteção”, afirmou.</p>
<p><em>Fonte: Assessoria de Comunicação Terra de Direitos e Justiça Global</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Após cobrança, Governo se compromete a criar GT para reestruturar o PPDDH até junho</title>
		<link>https://comiteddh.org.br/ultimas-noticias/apos-ser-cobrado-governo-se-compromete-em-criar-grupo-de-trabalho-para-reestruturacao-do-ppddh-ate-junho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Comitê DDH]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2023 12:14:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comitê Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicadores e Ambientalistas]]></category>
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		<category><![CDATA[Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Silvio Almeida]]></category>
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					<description><![CDATA[Comitê Brasileiro manifesta preocupação com a morosidade do governo federal em encaminhar ações para fortalecimento do Programa Nacional de Proteção a Defensores, e cobra prioridade por parte do Ministério de  Direitos Humanos Em reunião realizada no dia 22 de maio, em Brasília, representantes do Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH) cobraram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i>Comitê Brasileiro manifesta preocupação com a morosidade do governo federal em encaminhar ações para fortalecimento do Programa Nacional de Proteção a Defensores, e cobra prioridade por parte do Ministério de  Direitos Humanos</i></p>
<p>Em reunião realizada no dia 22 de maio, em Brasília, representantes do Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH) cobraram do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) mais agilidade do governo federal na construção da Política Nacional de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas (PPDDH).</p>
<figure id="attachment_8732" aria-describedby="caption-attachment-8732" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/05/22_05_2023_2_Clarice-Castro-_-MDHC.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8732 size-full" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/05/22_05_2023_2_Clarice-Castro-_-MDHC.jpeg" alt="" width="1024" height="637" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/05/22_05_2023_2_Clarice-Castro-_-MDHC.jpeg 1024w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/05/22_05_2023_2_Clarice-Castro-_-MDHC-300x187.jpeg 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/05/22_05_2023_2_Clarice-Castro-_-MDHC-768x478.jpeg 768w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/05/22_05_2023_2_Clarice-Castro-_-MDHC-320x199.jpeg 320w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/05/22_05_2023_2_Clarice-Castro-_-MDHC-480x299.jpeg 480w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/05/22_05_2023_2_Clarice-Castro-_-MDHC-800x498.jpeg 800w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-8732" class="wp-caption-text">Representantes do Comitê vão a Brasília para dialogar com Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. Foto: Clarice Castro/MDHC</figcaption></figure>
<p>O CBDDH está em diálogo com o governo federal desde novembro de 2022, com a então  equipe de transição na temática de direitos humanos. Inclusive, no período, foi encaminhado documentos com recomendações para o fortalecimento da política de proteção (ofício nº 13/2022:<a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2022/11/oficio-13-2022-equipe-de-transicao.pdf" target="_blank" rel="noopener"> Política Pública de Proteção aos Defensores e as Defensoras de Direitos Humanos no Brasil</a>).</p>
<p>Ainda, em fevereiro,<a href="https://comiteddh.org.br/ultimas-noticias/representantes-do-comite-expressaram-preocupacoes-em-relacao-ao-ppddh-ao-ministerio-dos-direitos-humanos-e-da-cidadania-mdhc/" target="_blank" rel="noopener"> gestores do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, reuniram-se com representantes do Comitê Brasileiro DDH</a> para dialogar sobre a elaboração do Plano Nacional de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas, com objetivo de elaborar uma nova proposta legislativa para instituição do marco legal da política de proteção e sobre a participação social no Conselho Deliberativo do PPDDH.</p>
<p>Em duas novas reuniões ocorridas em março e abril, novamente, o Ministério se comprometeu com a publicação de dois decretos interministeriais para o fortalecimento da política pública de proteção às pessoas defensoras de direitos humanos. Porém, passados mais de 145 dias da posse do novo governo federal, nenhum dos decretos foi publicado ainda.</p>
<p>É neste contexto que o Comitê Brasileiro DDH e as entidades de direitos humanos na reunião manifestaram descontentamento com a morosidade do governo federal em encaminhar ações para fortalecimento do PPDDH, cobrando prioridade na execução e reconstrução da política pública de proteção por parte do Ministério de Direitos Humanos.</p>
<p>Durante a reunião, realizada com a secretária-executiva Rita Oliveira e a diretora de proteção, Ana Luiza Zago, o CBDDH também reafirmou que o processo de fortalecimento das políticas públicas de proteção precisa ser priorizado urgentemente pelo governo federal, para os gestores do MDHC.</p>
<figure id="attachment_8731" aria-describedby="caption-attachment-8731" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/05/22_05_2023_CREDITO_Clarice-castro-_MDHC.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8731 size-full" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/05/22_05_2023_CREDITO_Clarice-castro-_MDHC.jpeg" alt="" width="1024" height="602" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/05/22_05_2023_CREDITO_Clarice-castro-_MDHC.jpeg 1024w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/05/22_05_2023_CREDITO_Clarice-castro-_MDHC-300x176.jpeg 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/05/22_05_2023_CREDITO_Clarice-castro-_MDHC-768x452.jpeg 768w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/05/22_05_2023_CREDITO_Clarice-castro-_MDHC-320x188.jpeg 320w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/05/22_05_2023_CREDITO_Clarice-castro-_MDHC-480x282.jpeg 480w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/05/22_05_2023_CREDITO_Clarice-castro-_MDHC-800x470.jpeg 800w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-8731" class="wp-caption-text">Representantes do Comitê, cobram do Ministério dos Direitos Humanos decreto para reestruturação do PPDDH. Foto: Clarice Castro/MDHC</figcaption></figure>
<p>Segundo a secretária-executiva, os dois decretos estão ainda em etapa de revisão pela Casa Civil, mas serão publicados no máximo até junho de 2023. “O programa é uma prioridade para nós. Desde o início da gestão, eu participei da retomada dessa política. A reformulação dessa política sempre foi uma prioridade. O debate está no nível técnico na Casa Civil e sendo debatido diretamente com a secretaria executiva, com o suporte da área técnica da Secretaria Nacional de Promoções e Direitos Humanos. Especialmente, da sua diretoria. Não há nenhuma resistência, pelo contrário”, afirmou Rita Oliveira.</p>
<p>O Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos está atento e seguirá cobrando celeridade no fortalecimento da política de proteção a Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas no país.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comitê expressa preocupações em relação ao PPDDH ao Ministério dos Direitos Humanos</title>
		<link>https://comiteddh.org.br/ultimas-noticias/representantes-do-comite-expressaram-preocupacoes-em-relacao-ao-ppddh-ao-ministerio-dos-direitos-humanos-e-da-cidadania-mdhc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Comitê DDH]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Mar 2023 14:58:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[MDHC publicará decreto interministerial para estruturar Política Nacional de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos Representantes do Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH) expressaram preocupações quanto à fragilidade orçamentária do Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas (PPDDH), a gestores do Ministério dos Direitos Humanos e da [&#8230;]]]></description>
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<div>
<p class="documentFirstHeading"><em>MDHC publicará decreto interministerial para estruturar Política Nacional de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos</em></p>
<p>Representantes do Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH) expressaram preocupações quanto à fragilidade orçamentária do Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas (PPDDH), a gestores do <a href="https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2023/marco/mdhc-publicara-decreto-interministerial-para-estruturar-politica-nacional-de-protecao-aos-defensores-de-direitos-humanos" target="_blank" rel="noopener">Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC)</a>, durante reunião realizada na sexta-feira, 10 de março.</p>
<figure id="attachment_8658" aria-describedby="caption-attachment-8658" style="width: 768px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/03/xxxx.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8658 size-full" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/03/xxxx.jpeg" alt="" width="768" height="447" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/03/xxxx.jpeg 768w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/03/xxxx-300x175.jpeg 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/03/xxxx-320x186.jpeg 320w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2023/03/xxxx-480x279.jpeg 480w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a><figcaption id="caption-attachment-8658" class="wp-caption-text">MDHC se reúne com representantes do Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos. (Foto: Clarice Castro. Fonte Ascom/MDHC)</figcaption></figure>
<p>Para o coordenador-executivo da entidade <a href="https://terradedireitos.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Terra de Direitos</a>, uma das 45 organizações e movimentos sociais que compõem Comitê, Darci Frigo, ter novamente a possibilidade de diálogo com o Estado brasileiro é fundamental. Mas também é necessário se debruçar sobre os problemas deixados nos últimos anos pela gestão anterior. Sobretudo, encontrar soluções que possam reestruturar a principal política voltada para defensoras e defensores de direitos humanos no país, garantindo a participação social.</p>
<p>“O governo anterior deixou uma desconstrução na área de direitos humanos, então, a gente precisava restabelecer o diálogo. Nossa preocupação inicial é a questão orçamentária, pois sabemos que sobraram poucos recursos. Paralelamente, outra preocupação é que a construção da política nacional de proteção tenha um plano emergencial que responda às demandas das defensoras e defensores”, afirma Frigo.</p>
<p>Para os representantes do CBDDH, se o Ministério dos Direitos Humanos não conseguir mobilizar mais recursos para o PPDDH, a continuidade da principal política pública do Brasil para proteção de defensores de direitos humanos estará em risco. Uma vez que sem recursos não é possível manter equipes, implementar ações protetivas nos casos existentes, muito menos pensar na ampliação de casos.</p>
<p>Até 2022, apenas 11 programas estaduais estão totalmente implementados: Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro e Mato Grosso, Amazonas e Rio Grande do Sul.</p>
<p>Além da Terra de Direitos e Justiça Global, outras sete organizações membros do Comitê participaram da reunião com o MDHC: <a href="https://artigo19.org/" target="_blank" rel="noopener">Artigo 19</a>, Centro Feminista de Estudos e Assessoria (<a href="https://www.cfemea.org.br/" target="_blank" rel="noopener">CFEMEA</a>), Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (<a href="https://www.fundobrasil.org.br/projeto/sociedade-maranhense-de-direitos-humanos-smdh-maranhao/" target="_blank" rel="noopener">SMDH</a>), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (<a href="https://mst.org.br/" target="_blank" rel="noopener">MST</a>), Movimento Nacional de Direitos Humanos (<a href="https://mndhbrasil.org/" target="_blank" rel="noopener">MNDH</a>), Conselho Indigenista Missionário (<a href="https://cimi.org.br/" target="_blank" rel="noopener">CIMI</a>) e <a href="https://criola.org.br/" target="_blank" rel="noopener">CRIOLA</a>.</p>
<p><strong>Escuta Coletiva</strong></p>
<p>A secretária-executiva, Rita Oliveira, informou que nos próximos dias Ministério publicará um decreto interministerial para tratar da <strong>Política Nacional de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos</strong>, contemplando a criação de um Grupo de Trabalho (GT) com a finalidade de elaborar o Plano Nacional de Proteção aos Defensores e Defensoras dos Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas (PPDDH) e Anteprojeto de Lei substitutivo ao PL 4575/2009.</p>
<p>“Houve uma ampliação do número de ministérios que vão pensar a pauta. Também ampliamos a participação social e nós já estamos na fase de revisão desse documento”, garantiu Rita Oliveira.</p>
<p>Na ocasião, a secretária nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, Isadora Brandão, apresentou também os integrantes que inicialmente irão compor o GT. “Para complementar o que nos disse a secretária Rita, o GT prevê a participação do Ministério dos Povos Indígenas; da Igualdade Racial; da Justiça e Segurança Pública; das Comunicações; do Meio Ambiente e Mudança do Clima; das Mulheres; das Cidades; da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai); do Desenvolvimento Agrário, entre outras representações”, elencou a gestora.</p>
<p>Sandra Carvalho, coordenadora do Programa de Proteção de Defensores de Direitos Humanos e da Democracia da <a href="http://www.global.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Justiça Global</a>, destacou o cenário de vulnerabilidade social dos defensores dos direitos humanos. Para ela, é essencial que o Ministério de Desenvolvimento Social e Assistência Social, Família e Combate à Fome, também promova ações para apoiar ddhs em diversos territórios.</p>
</div>
<div>
<p>Por videoconferência, o ouvidor nacional de Direitos Humanos, Bruno Renato Teixeira, colocou a Ouvidoria à disposição para auxiliar nos debates. “Temos todo o interesse e disponibilidade de estar também nesse diálogo permanente, pois representa uma retomada dos trabalhos junto das defensoras e defensores, algo que havia se perdido ao longo desse tempo. Agora, vamos voltar a interagir”, concluiu o ouvidor.</p>
<p><span dir="ltr" role="presentation">C</span><span dir="ltr" role="presentation">om 18 anos de existência, o Comitê  Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos é uma articulação composta por diversas organizações da sociedade civil e movimentos sociais que atua </span><span dir="ltr" role="presentation">há sete anos com ações direciona</span><span dir="ltr" role="presentation">das para a proteção integral de defensoras e </span><span dir="ltr" role="presentation">defensores de direitos humanos devido </span><span dir="ltr" role="presentation">a percepção sobre o aumento da </span><span dir="ltr" role="presentation">violência contra DDHs. </span></p>
<p><span dir="ltr" role="presentation">Esse aumento da violência é fruto não só do enfra</span><span dir="ltr" role="presentation">quecimento do programa de proteção condu</span><span dir="ltr" role="presentation">zido pelo Estado nos últimos quatro anos de governo federal (2019 a 2022), como também pelo contínuo </span><span dir="ltr" role="presentation">fortalecimento de políticas antidemocráticas, </span><span dir="ltr" role="presentation">que</span> <span dir="ltr" role="presentation">violam</span> <span dir="ltr" role="presentation">direitos</span> <span dir="ltr" role="presentation">humanos</span> <span dir="ltr" role="presentation">e</span> <span dir="ltr" role="presentation">ameaçam </span><span dir="ltr" role="presentation">quem os defendem.</span></p>
<p>Acesse a 4ª edição do Dossiê Vidas em Luta e conheça mais sobre a situação de risco de defensoras e defensores de direitos humanos, nos últimos quatro anos de governo federal (2019-2022). Baixe o arquivo pelo QRCode ou <a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2022/12/af-vidas-em-luta-2022-web-_VF.pdf" target="_blank" rel="noopener">neste link</a>.</p>
<p><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2022/12/QRCODE-Dossie.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-8569 size-medium" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2022/12/QRCODE-Dossie-300x300.png" alt="" width="300" height="300" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2022/12/QRCODE-Dossie.png 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2022/12/QRCODE-Dossie-150x150.png 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p><strong><em>Nota elabora com informações do portal do MDHC</em></strong></p>
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