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	<title>Comitê DDH</title>
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	<description>Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos</description>
	<lastBuildDate>Thu, 29 Oct 2026 19:33:40 +0000</lastBuildDate>
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		<title>CBDDH conquista vaga no Conselho Nacional dos Direitos Humanos</title>
		<link>https://comiteddh.org.br/ultimas-noticias/cbddh-conquista-vaga-no-conselho-nacional-dos-direitos-humanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Comitê DDH]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2026 19:23:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[#ParticipaçãoSocial]]></category>
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		<category><![CDATA[Comite Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos]]></category>
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		<category><![CDATA[Proteção de Defensores de direitos humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[Comitê ocupará uma das nove vagas da sociedade civil no CNDH para acompanhar denúncias de violações e cobrar mudanças na proteção a quem defende direitos no país Brasília &#8211; O Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH) foi eleito para o Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) no biênio 2027-2028, em votação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comitê ocupará uma das nove vagas da sociedade civil no CNDH para acompanhar denúncias de violações e cobrar mudanças na proteção a quem defende direitos no país</em></p>
<p><strong>Brasília</strong> &#8211; O Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH) foi eleito para o Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) no biênio 2027-2028, em votação realizada no Encontro Nacional, nesta quinta-feira, 29 de outubro. A articulação, que <a href="https://comiteddh.org.br/quem-somos/" target="_blank" rel="noopener">reúne 47 organizações e movimentos sociais</a>, será representada por <a href="https://www.linkedin.com/in/glaucia-marinho/" target="_blank" rel="noopener">Glaucia Marinho</a>, diretora executiva da Justiça Global.</p>
<blockquote><p><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/08/04_GLAUCIA_0295_quad-500x500-1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-12011 alignright" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/08/04_GLAUCIA_0295_quad-500x500-1.jpg" alt="" width="500" height="500" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/08/04_GLAUCIA_0295_quad-500x500-1.jpg 500w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/08/04_GLAUCIA_0295_quad-500x500-1-300x300.jpg 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/08/04_GLAUCIA_0295_quad-500x500-1-150x150.jpg 150w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/08/04_GLAUCIA_0295_quad-500x500-1-320x320.jpg 320w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/08/04_GLAUCIA_0295_quad-500x500-1-480x480.jpg 480w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/08/04_GLAUCIA_0295_quad-500x500-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a>“A eleição do Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos para o CNDH é uma vitória coletiva, construída por organizações e movimentos sociais que lutam diariamente pela vida, pelos territórios e pela democracia. Celebramos essa conquista com a responsabilidade de contribuir para o fortalecimento do Conselho, o avanço das políticas de proteção a defensoras e defensores e a efetivação dos direitos humanos no Brasil. Estaremos comprometidos com um Conselho que seja reconhecido como uma Instituição Nacional de Direitos Humanos, que seja cada vez mais plural, forte e conectado às lutas populares”, destaca Glaucia Marinho.</p></blockquote>
<p>O Conselho Indigenista Missionário (CIMI) , a Comissão Pastoral da Terra (CPT), a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT), o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e o Movimento Nacional de Direitos Humanos, organizações membros do CBDDH, também foram eleitos e vão integrar o Conselho Nacional de Direitos Humanos no próximo biênio. O Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfmea) representará a Plataforma Dhesca Brasil.</p>
<p>Ao todo, 46 entidades da sociedade civil disputaram nove vagas. O resultado ainda pode ser contestado até 3 de novembro, prazo final para a apresentação de recursos à Comissão Eleitoral. A homologação do resultado final e a publicação da ata estão marcadas para o dia 6 de novembro.</p>
<p>Com o assento, o CBDDH, ampliará sua participação na análise e no acompanhamento das denúncias de violações de direitos humanos, contribuindo para a apuração de responsabilidades, a proposição de recomendações e a fiscalização das políticas públicas em direitos humanos.</p>
<p>A conquista de uma vaga para o colegiado no CNDH aprofunda uma parceria construída ao longo de uma década. Desde 2016, o Comitê e o Conselho realizaram pelo menos sete missões in loco conjuntas a territórios em conflito: <a href="https://abrapo.org/wp-content/uploads/2023/03/relatorio-da-missao-rondonia-compressed_230321_102448.pdf" target="_blank" rel="noopener">Rondônia</a> (2016), <a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2018/12/cbdddh-dossie-2017.pdf" target="_blank" rel="noopener">Correntina</a> (2017), os povos <a href="https://www.gov.br/mdh/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselho-nacional-de-direitos-humanos-cndh/RelatoriodeAtividadesCNDHBienio20182020Vresumida12.pdf" target="_blank" rel="noopener">Tupinambá</a> e <a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2022/12/af-vidas-em-luta-2022-web-_VF.pdf" target="_blank" rel="noopener">Pataxó</a>, as <a href="https://www.gov.br/mdh/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselho-nacional-de-direitos-humanos-cndh/RelatrioMissoFORMOSADORIOPRETO.pdf" target="_blank" rel="noopener">comunidades geraizeiras</a>, o <a href="https://www.aatr.org.br/post/miss%C3%A3o-do-conselho-nacional-dos-direitos-humanos-cndh-no-oeste-da-bahia-identifica-viola%C3%A7%C3%B5es-siste" target="_blank" rel="noopener">Oeste da Bahia</a> (2024) e o povo <a href="https://brasilparticipativo.presidencia.gov.br/assemblies/cndh/media?locale=pt-BR" target="_blank" rel="noopener">Avá-Guarani</a> (2025). Além das missões, o Comitê e suas organizações filiadas levaram ao plenário do Conselho relatórios de monitoramento sobre a violência contra defensoras e defensores de direitos humanos, como os dossiês <em><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2022/12/af-vidas-em-luta-2022-web-_VF.pdf" target="_blank" rel="noopener">Vidas em Luta</a></em> e<a href="https://www.global.org.br/blog/na-linha-de-frente-2022-2024/" target="_blank" rel="noopener"><em> Na Linha de Frente</em></a>.</p>
<p>A eleição do CBDDH para o CNDH, portanto, fortalece o processo de incidência política em defesa dos territórios e a luta pela proteção dos direitos humanos. Uma das prioridades em nossa atuação será a ampliação da incidência pelo reconhecimento do CNDH como Instituição Nacional de Direitos Humanos (INDH) do Brasil, em conformidade com os Princípios de Paris.</p>
<p><strong>Composição CNDH</strong></p>
<p>Em 2014, a então presidenta Dilma Rousseff sancionou a Lei nº 12.986, que transformou o Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH), criado em 1964, no Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH). A lei representou um marco para a defesa dos direitos humanos no Brasil, ao ampliar a participação da sociedade civil e fortalecer os instrumentos de fiscalização das políticas públicas, apuração de violações e cobrança de respostas do Estado.</p>
<p>O Conselho é composto por 22 membros, 11 representantes do Poder Público e 11 da sociedade civil, sendo 09 eleitos, um indicado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e um pelo Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União. Para manter o equilíbrio de forças, a presidência e a vice-presidência do CNDH são alternadas anualmente entre um representante da sociedade civil e um do poder público.</p>
<p><strong>O que faz?</strong></p>
<p>O CNDH tem a missão de proteger os direitos humanos no Brasil. Cabe ao Conselho agir para prevenir violações, cobrar a responsabilização de quem as comete e promover medidas voltadas à reparação . O colegiado também acompanha e fiscaliza as políticas públicas de direitos humanos e recomenda caminhos para que elas sejam efetivadas.</p>
<p>A <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/L12986.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei nº 12.986/2014</a> permite requisitar informações, documentos e provas necessários às atividades do Conselho.</p>
<p>Quando constata irregularidades, o Conselho envia recomendações a instituições públicas e privadas, impossibilidade cumpri-las. e pode fixar prazo razoável para o atendimento da recomendação o , aprova notas públicas de censura pública e também pode recomendar o afastamento por condutas contrárias aos direitos humanos.</p>
<p><strong>Acesse o resultado preliminar completo <a href="http://bit.ly/4BAjtxi" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>. </strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Em memória de Daniela Fichino: Defensora incansável e diretora-adjunta da Justiça Global</title>
		<link>https://comiteddh.org.br/ultimas-noticias/nota-de-pesar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Comitê DDH]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2026 11:51:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH) recebe com imensa consternação e profundo pesar a notícia do falecimento de Daniela Fichino, diretora-adjunta da Justiça Global e uma incansável defensora de direitos humanos. Reconhecida por sua trajetória brilhante como advogada, graduada pela UERJ e mestre pela FGV, Dani Fi, como era chamada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH) recebe com imensa consternação e profundo pesar a notícia do falecimento de Daniela Fichino, diretora-adjunta da Justiça Global e uma incansável defensora de direitos humanos.</p>
<p>Reconhecida por sua trajetória brilhante como advogada, graduada pela UERJ e mestre pela FGV, Dani Fi, como era chamada pelas amigas e amigos, dedicou anos de sua vida à defesa intransigente dos direitos fundamentais, atuando com coragem e profunda sensibilidade humana na linha de frente das lutas sociais e da justiça internacional.</p>
<p>Para o movimento de direitos humanos, a partida de Dani Fi representa uma perda irreparável. Ela deixa não apenas um legado de dedicação exemplar e ética, mas também a marca inesquecível de seu afeto, de sua escuta atenta e de sua generosidade no acolhimento a coletivos e defensores em situação de risco.</p>
<p>Neste momento de dor imensurável, o CBDDH se solidariza com os familiares, com as amigas e amigos de Daniela, e com toda a militância e equipe da Justiça Global.</p>
<p>Seguiremos firmes honrando sua memória e fazendo ecoar a força de sua atuação.</p>
<p><strong>Daniela Fichino, presente, agora e sempre!</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos no CNDH!</title>
		<link>https://comiteddh.org.br/ultimas-noticias/comite-brasileiro-de-defensoras-e-defensores-de-direitos-humanos-no-cndh/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Comitê DDH]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 17:46:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH) apresenta sua candidatura ao Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) para o biênio 2027-2028, tendo escolhido Glaucia Marinho como sua representante. &#160; O CBDDH é uma rede nacional que reúne 47 organizações e movimentos sociais comprometidos com a proteção de quem luta por direitos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH) apresenta sua candidatura ao Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) para o biênio 2027-2028, tendo escolhido Glaucia Marinho como sua representante.</p>
<figure id="attachment_12132" aria-describedby="caption-attachment-12132" style="width: 1600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Glaucia-Marinho-JG-2.jpeg"><img decoding="async" class="wp-image-12132 size-full" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Glaucia-Marinho-JG-2.jpeg" alt="" width="1600" height="1066" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Glaucia-Marinho-JG-2.jpeg 1600w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Glaucia-Marinho-JG-2-300x200.jpeg 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Glaucia-Marinho-JG-2-1024x682.jpeg 1024w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Glaucia-Marinho-JG-2-768x512.jpeg 768w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Glaucia-Marinho-JG-2-1536x1023.jpeg 1536w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Glaucia-Marinho-JG-2-320x213.jpeg 320w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Glaucia-Marinho-JG-2-480x320.jpeg 480w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Glaucia-Marinho-JG-2-800x533.jpeg 800w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Glaucia-Marinho-JG-2-360x240.jpeg 360w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Glaucia-Marinho-JG-2-270x180.jpeg 270w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Glaucia-Marinho-JG-2-555x371.jpeg 555w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Glaucia-Marinho-JG-2-120x80.jpeg 120w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-12132" class="wp-caption-text"><em>Glaucia Marinho é mulher negra, jornalista e diretora executiva da Justiça Global. Foto: Comunicação/MDHC</em></figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>O CBDDH é uma rede nacional que reúne 47 organizações e movimentos sociais comprometidos com a proteção de quem luta por direitos no Brasil. Sua atuação envolve o acompanhamento de situações de ameaças e violações, a articulação de redes de proteção e a incidência junto ao Estado brasileiro e a organismos internacionais para prevenir a violência, garantir proteção e reparação às vítimas.</p>
<p>Uma das prioridades do Comitê é o fortalecimento da Política Nacional de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas. O CBDDH contribuiu para fortalecer o processo de elaboração do Plano Nacional de Proteção às Defensoras e aos Defensores de Direitos Humanos (PlanoDDH) e acompanha os trabalhos de seu Comitê de Implementação, Monitoramento e Avaliação, espaço paritário entre governo e sociedade civil.</p>
<p>Outras prioridades do Comitê é o fortalecimento da Política Nacional de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas (PPDDH). O CBDDH contribuiu para fortalecer o processo de elaboração do Plano Nacional de Proteção às Defensoras e aos Defensores de Direitos Humanos (PlanoDDH) e acompanha os trabalhos de seu Comitê de Implementação, Monitoramento e Avaliação, espaço paritário entre governo e sociedade civil.</p>
<blockquote><p>O CBDDH tem um forte compromisso com o fortalecimento do CNDH e de sua atuação independente na promoção e defesa dos direitos humanos. Além de integrar sua Comissão Permanente de Defensoras e Defensores, realiza missões conjuntas com o Conselho, contribuindo para a elaboração de relatórios e recomendações e para o fortalecimento dos processos de incidência política em defesa das comunidades e dos territórios. Uma de suas prioridades é ampliar a incidência pelo reconhecimento do CNDH como Instituição Nacional de Direitos Humanos (INDH) do Brasil, em conformidade com os Princípios de Paris.</p></blockquote>
<p>Escolhida pelo CBDDH para representar essa construção coletiva no CNDH, Glaucia Marinho é uma mulher negra, de 41 anos, diretora executiva da Justiça Global. Gláucia é jornalista, mestre pela UERJ e doutoranda pela UFRJ. Integra a Justiça Global desde 2012. Tem uma trajetória de militância pelo direito à moradia, na luta antirracista e no enfrentamento à violência de Estado. Já integrou a Comissão Permanente de Promoção e Defesa dos Direitos das Mulheres, da População LGBTI, Promoção da Igualdade Racial e Enfrentamento ao Racismodo CNDH e foi vice-presidente da Federação Internacional de Direitos Humanos (FIDH).</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_12011" aria-describedby="caption-attachment-12011" style="width: 500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/08/04_GLAUCIA_0295_quad-500x500-1.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-12011 size-full" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/08/04_GLAUCIA_0295_quad-500x500-1.jpg" alt="" width="500" height="500" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/08/04_GLAUCIA_0295_quad-500x500-1.jpg 500w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/08/04_GLAUCIA_0295_quad-500x500-1-300x300.jpg 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/08/04_GLAUCIA_0295_quad-500x500-1-150x150.jpg 150w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/08/04_GLAUCIA_0295_quad-500x500-1-320x320.jpg 320w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/08/04_GLAUCIA_0295_quad-500x500-1-480x480.jpg 480w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/08/04_GLAUCIA_0295_quad-500x500-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a><figcaption id="caption-attachment-12011" class="wp-caption-text"><em>Sua trajetória reúne a luta pelo direito à moradia, o enfrentamento ao racismo e à violência de Estado e a atuação nacional e internacional em defesa dos direitos humanos.</em></figcaption></figure>
<p>Nossa candidatura reafirma o compromisso com um CNDH forte, autonomia e conectado às lutas sociais, e com uma política de proteção que alcance defensoras, defensores, comunidades e movimentos em todos os territórios.</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/270a-1f3fd.png" alt="✊🏽" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Defender quem defende direitos é fortalecer a democracia!</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f5f3.png" alt="🗳" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Vote no Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos para o CNDH!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CBDDH lança guia de orientações para participação segura em atos públicos nas Eleições</title>
		<link>https://comiteddh.org.br/ultimas-noticias/cbddh-lanca-guia-de-orientacoes-para-participacao-segura-em-atos-publicos-nas-eleicoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Comitê DDH]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 15:06:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Material elaborado pelo Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos traz recomendações essenciais para o pré-ato, durante as manifestações, retorno seguro e proteção digital Brasília – Com o acirramento do debate e o tensionamento político característicos do período eleitoral, o Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH) está lançando um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Material elaborado pelo Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos traz recomendações essenciais para o pré-ato, durante as manifestações, retorno seguro e proteção digital</em></p>
<p>Brasília – Com o acirramento do debate e o tensionamento político característicos do período eleitoral, o Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH) está lançando um guia voltado a orientar cidadãos, ativistas e defensores de direitos humanos sobre como participar de atos públicos com segurança e proteção coletiva. A publicação reforça que ir às ruas é um direito democrático inegociável e que a obrigação primária de garantir a segurança dos manifestantes é do Estado.</p>
<p>No entanto, diante de cenários de ameaças, provocações e episódios de violência discriminatória, o Comitê aponta que adotar estratégias de autodefesa e cuidado mútuo tornou-se fundamental para preservar a integridade de quem vai a campo, sem que isso signifique recuar da mobilização popular.</p>
<p>Dividido em quatro eixos estratégicos, o material aborda desde a preparação em casa até o retorno para o lar:</p>
<p><strong>Antes de sair:</strong></p>
<p>Recomendações sobre a checagem de canais oficiais de convocação, o planejamento detalhado das rotas de transporte, a definição de pontos de encontro com pessoas de confiança, além de alertas cruciais para evitar a exposição em tempo real de deslocamentos nas redes sociais.</p>
<p><strong>No calor do ato:</strong></p>
<p>Dicas para monitorar mudanças no ambiente, manter contato constante com o grupo de apoio, identificar rotas de fuga com antecedência e redobrar a atenção contra provocações de grupos extremistas, mantendo sempre a rede de solidariedade ativa para amparar quem precisar.</p>
<p><strong>O retorno para casa (Pós-ato):</strong></p>
<p>Cuidados redobrados na hora da dispersão. O guia orienta a evitar trajetos solitários, priorizar vias iluminadas e movimentadas, e traz protocolos específicos de segurança caso o manifestante perceba qualquer indício de perseguição (como buscar abrigos em locais abertos e comerciais).</p>
<p><strong>Segurança Digital:</strong></p>
<p>Orientações vitais de cibersegurança que incluem o uso de senhas fortes, criptografia em aplicativos de mensagem, o cuidado rigoroso para não expor rostos ou dados de terceiros em fotos e vídeos, e a recomendação preventiva de anotar contatos de emergência em papel.</p>
<p>O guia completo do CBDDH já está disponível para consulta e <a href="https://comiteddh.org.br/bibliografia/2026_orientacoes-para-participacao-segura-atos-publicos/" target="_blank" rel="noopener">download gratuito aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Em nota, CBDDH defende a democracia e cobra proteção a quem luta por direitos</title>
		<link>https://comiteddh.org.br/ultimas-noticias/nota-em-defesa-da-democracia-e-protecao-a-quem-defende-direitos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Comitê DDH]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 20:23:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH) torna pública a nota: &#8220;Defender a democracia é garantir direitos, proteger vidas e fortalecer os territórios&#8220;, em que destaca o compromisso histórico do CBDDH com a defesa da democracia, da Constituição Federal, dos direitos humanos e das condições necessárias para que a sociedade brasileira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
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<div tabindex="0" role="article" aria-setsize="6" aria-posinset="6" aria-label="Mensagem 6 de 6">
<p>O Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH) torna pública a nota: &#8220;<a href="https://comiteddh.org.br/bibliografia/nota-de-posicionamento-defender-a-democracia-e-garantir-direitos-proteger-vidas-e-fortalecer-os-territorios/" target="_blank" rel="noopener"><em>Defender a democracia é garantir direitos, proteger vidas e fortalecer os territórios</em></a>&#8220;, em que destaca o compromisso histórico do CBDDH com a defesa da democracia, da Constituição Federal, dos direitos humanos e das condições necessárias para que a sociedade brasileira possa exercer plenamente sua cidadania ativa.</p>
<figure id="attachment_9940" aria-describedby="caption-attachment-9940" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/11/mg_3423.webp"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-9940" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/11/mg_3423.webp" alt="" width="754" height="503" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/11/mg_3423.webp 754w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/11/mg_3423-300x200.webp 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/11/mg_3423-320x213.webp 320w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/11/mg_3423-480x320.webp 480w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/11/mg_3423-360x240.webp 360w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/11/mg_3423-270x180.webp 270w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/11/mg_3423-555x371.webp 555w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2025/11/mg_3423-120x80.webp 120w" sizes="auto, (max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-9940" class="wp-caption-text"><em>Mulheres negras levam uma Bandeira do Brasil durante marcha em Brasília &#8211; Foto Bruno Peres/Agência Brasil</em></figcaption></figure>
<p>O documento foi aprovado na Plenária Nacional de 8 de outubro, que reuniu as 47 organizações e movimentos sociais que integram a articulação. “A violência política não ameaça apenas suas vítimas imediatas”, afirma o Comitê no documento. “Ela produz medo coletivo, silencia vozes, restringe a participação popular e enfraquece as próprias condições de existência da democracia.”</p>
<p>A nota defende que a proteção a defensoras e defensores de direitos humanos se consolide como política de Estado, sem ficar à mercê de quem ocupa o governo, com o fortalecimento do Programa de Proteção (PPDDH) e do Conselho Nacional dos Direitos Humanos. O texto trata ainda da pressão sobre territórios tradicionais com o avanço da exploração de terras raras e propõe uma segurança pública voltada à proteção da vida, com controle da atividade policial e enfrentamento do racismo institucional.</p>
<p>Leia a nota completa <a href="https://comiteddh.org.br/bibliografia/nota-de-posicionamento-defender-a-democracia-e-garantir-direitos-proteger-vidas-e-fortalecer-os-territorios/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>Comitê do PlanoDDH é instalado e faz primeira reunião com governo e sociedade civil</title>
		<link>https://comiteddh.org.br/ultimas-noticias/comite-do-planoddh-e-instalado-e-faz-primeira-reuniao-com-governo-e-sociedade-civil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Comitê DDH]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 19:55:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Encontro técnico em Brasília reuniu os 16 integrantes do colegiado, que vai acompanhar até 2035 a execução do Plano Nacional de Proteção a Defensoras e Defensores de Direitos Humanos Brasília &#8211; O Comitê de Implementação, Monitoramento e Avaliação do Plano Nacional de Proteção a Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (PlanoDDH) realizou em 7 e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Encontro técnico em Brasília reuniu os 16 integrantes do colegiado, que vai acompanhar até 2035 a execução do Plano Nacional de Proteção a Defensoras e Defensores de Direitos Humanos</em></p>
<p><strong>Brasília</strong> &#8211; O Comitê de Implementação, Monitoramento e Avaliação do Plano Nacional de Proteção a Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (PlanoDDH) realizou em 7 e 8 de outubro, em Brasília, seu primeiro encontro técnico, convocado pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC). A reunião de trabalho marcou a instalação do colegiado, formado por oito representantes do poder público e oito da sociedade civil, e tratou da articulação entre governo e organizações na proteção de quem defende direitos no país.</p>
<figure id="attachment_12135" aria-describedby="caption-attachment-12135" style="width: 1600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/todos.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-12135 size-full" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/todos.jpeg" alt="" width="1600" height="1066" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/todos.jpeg 1600w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/todos-300x200.jpeg 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/todos-1024x682.jpeg 1024w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/todos-768x512.jpeg 768w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/todos-1536x1023.jpeg 1536w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/todos-320x213.jpeg 320w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/todos-480x320.jpeg 480w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/todos-800x533.jpeg 800w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/todos-360x240.jpeg 360w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/todos-270x180.jpeg 270w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/todos-555x371.jpeg 555w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/todos-120x80.jpeg 120w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-12135" class="wp-caption-text"><em>Encontro técnico em Brasília reuniu os 16 integrantes do colegiado, que vai acompanhar até 2035. Fotos: MDHC</em></figcaption></figure>
<p>A bancada da sociedade civil é composta pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), ARTIGO 19, Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT), Comissão Pastoral da Terra (CPT), Justiça Global, Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH) e Terra de Direitos.</p>
<p>Seis dessas organizações integram a articulação do Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH).</p>
<blockquote><p>&#8220;É muito importante que estejamos como membros desse comitê [do PlanoDDH], sendo também integrantes do Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos, porque é onde a sociedade civil que defende os direitos humanos e os defensores e defensoras se encontra para se proteger e, de modo especial, para proteger as comunidades&#8221;, afirma Jardel Lopes, representante da CPT no Comitê.</p></blockquote>
<p>A organização foi peticionária do processo que culminou na elaboração do plano e acompanhou todo o trabalho do GTT Sales Pimenta.</p>
<h3><strong>O que o Comitê acompanha?</strong></h3>
<p>O PlanoDDH foi instituído pelo Decreto nº 12.710, de 5 de novembro de 2025, a partir da proposta do Grupo de Trabalho Técnico Sales Pimenta, formado também de maneira paritária entre governo federal e sociedade civil.</p>
<p><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Eduardo-ABGLT.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12131 size-large" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Eduardo-ABGLT-1024x682.jpeg" alt="" width="660" height="440" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Eduardo-ABGLT-1024x682.jpeg 1024w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Eduardo-ABGLT-300x200.jpeg 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Eduardo-ABGLT-768x512.jpeg 768w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Eduardo-ABGLT-1536x1023.jpeg 1536w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Eduardo-ABGLT-320x213.jpeg 320w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Eduardo-ABGLT-480x320.jpeg 480w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Eduardo-ABGLT-800x533.jpeg 800w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Eduardo-ABGLT-360x240.jpeg 360w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Eduardo-ABGLT-270x180.jpeg 270w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Eduardo-ABGLT-555x371.jpeg 555w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Eduardo-ABGLT-120x80.jpeg 120w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Eduardo-ABGLT.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 660px) 100vw, 660px" /></a></p>
<blockquote><p>&#8220;Isso é resultado de uma luta da sociedade civil, que conseguiu, inclusive através de ações no TRF4 e na Comissão Interamericana, o estabelecimento do [Grupo de Trabalho Técnico] Sales Pimenta, um trabalho que escutou os territórios e os movimentos sociais, que viu as demandas gerais das pautas da proteção popular nesse país durante um ano de trabalho&#8221;, diz Eduardo Guimarães, representante da ABGLT no Comitê do PlanoDDH e integrante do Grupo Animador do CBDDH.</p></blockquote>
<p>O Plano de Ação, definido pela Portaria Conjunta nº 6, de 11 de dezembro de 2025, do MDHC e do Ministério da Justiça e Segurança Pública, estabelece ações, responsáveis e prazos até 2035 em três eixos: proteção estatal; proteção popular; e acesso a direitos e combate à impunidade. Cabe ao Comitê acompanhar essa execução, propor ajustes e apresentar relatórios anuais.</p>
<blockquote><p><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/paulo-carbonari-MNDH.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12142 size-large" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/paulo-carbonari-MNDH-1024x600.jpeg" alt="" width="660" height="387" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/paulo-carbonari-MNDH-1024x600.jpeg 1024w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/paulo-carbonari-MNDH-300x176.jpeg 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/paulo-carbonari-MNDH-768x450.jpeg 768w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/paulo-carbonari-MNDH-1536x900.jpeg 1536w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/paulo-carbonari-MNDH-320x187.jpeg 320w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/paulo-carbonari-MNDH-480x281.jpeg 480w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/paulo-carbonari-MNDH-800x469.jpeg 800w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/paulo-carbonari-MNDH.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 660px) 100vw, 660px" /></a></p>
<p>&#8220;Agora&#8221;, diz Paulo Carbonari, da coordenação nacional do MNDH, que integrou o GTT Sales Pimenta, &#8220;temos um desafio muito importante, que é, por meio do Comitê, construir uma estratégia consistente de monitoramento e, acima de tudo, de avaliação da implementação desse plano. Fazer com que a política pública que foi desenhada com a participação popular siga sendo realizada e, sobretudo, avaliada com a participação da sociedade é fundamental&#8221;.</p></blockquote>
<p>Para Alane Luzia, advogada popular e assessora jurídica da Terra de Direitos, que representa a organização no Comitê do PlanoDDH e no CBDDH, o plano &#8220;é uma conquista histórica da sociedade civil, após mais de duas décadas de incidência. Mas, para ele funcionar, precisa ter implementação adequada&#8221;.</p>
<p><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Alane-Luzia.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12130 size-large" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Alane-Luzia-1024x682.jpeg" alt="" width="660" height="440" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Alane-Luzia-1024x682.jpeg 1024w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Alane-Luzia-300x200.jpeg 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Alane-Luzia-768x512.jpeg 768w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Alane-Luzia-1536x1023.jpeg 1536w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Alane-Luzia-320x213.jpeg 320w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Alane-Luzia-480x320.jpeg 480w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Alane-Luzia-800x533.jpeg 800w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Alane-Luzia-360x240.jpeg 360w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Alane-Luzia-270x180.jpeg 270w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Alane-Luzia-555x371.jpeg 555w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Alane-Luzia-120x80.jpeg 120w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Alane-Luzia.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 660px) 100vw, 660px" /></a></p>
<blockquote><p>E ela pergunta: &#8220;Quem melhor para avaliar como está se dando essa implementação do que a sociedade civil, que está na linha de frente da luta por direitos?&#8221;</p></blockquote>
<h3><strong>Proteção coletiva nos territórios</strong></h3>
<p>O decreto que instituiu o PlanoDDH torna prioritária a proteção coletiva e popular, com atenção especial às comunidades indígenas, aos quilombolas e demais povos e comunidades tradicionais, aos comunicadores e ambientalistas e às defensoras e aos defensores do campo e das periferias.</p>
<blockquote><p>&#8220;A participação social nesse espaço é fundamental para garantir que as políticas estatais de proteção correspondam à realidade de violência e que a proteção popular seja devidamente fortalecida pelo Estado brasileiro&#8221;, diz Maria Tranjan, coordenadora do Programa de Proteção Democrática da ARTIGO 19 Brasil e América do Sul, que representa a organização no Comitê.</p></blockquote>
<p><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Maria-Tranjan-Ar2.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12133 size-large" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Maria-Tranjan-Ar2-1024x682.jpeg" alt="" width="660" height="440" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Maria-Tranjan-Ar2-1024x682.jpeg 1024w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Maria-Tranjan-Ar2-300x200.jpeg 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Maria-Tranjan-Ar2-768x512.jpeg 768w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Maria-Tranjan-Ar2-1536x1023.jpeg 1536w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Maria-Tranjan-Ar2-320x213.jpeg 320w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Maria-Tranjan-Ar2-480x320.jpeg 480w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Maria-Tranjan-Ar2-800x533.jpeg 800w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Maria-Tranjan-Ar2-360x240.jpeg 360w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Maria-Tranjan-Ar2-270x180.jpeg 270w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Maria-Tranjan-Ar2-555x371.jpeg 555w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Maria-Tranjan-Ar2-120x80.jpeg 120w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Maria-Tranjan-Ar2.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 660px) 100vw, 660px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo Ricardo Terena, advogado indígena e coordenador jurídico da Apib, a maior parte das pessoas que estão incluídas hoje no programa de proteção atua na defesa do meio ambiente, e muitas delas são indígenas.</p>
<p><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Ricardo-ABIB.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12134 size-large" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Ricardo-ABIB-1024x682.jpeg" alt="" width="660" height="440" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Ricardo-ABIB-1024x682.jpeg 1024w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Ricardo-ABIB-300x200.jpeg 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Ricardo-ABIB-768x512.jpeg 768w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Ricardo-ABIB-1536x1023.jpeg 1536w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Ricardo-ABIB-320x213.jpeg 320w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Ricardo-ABIB-480x320.jpeg 480w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Ricardo-ABIB-800x533.jpeg 800w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Ricardo-ABIB-360x240.jpeg 360w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Ricardo-ABIB-270x180.jpeg 270w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Ricardo-ABIB-555x371.jpeg 555w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Ricardo-ABIB-120x80.jpeg 120w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Ricardo-ABIB.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 660px) 100vw, 660px" /></a></p>
<blockquote><p>&#8220;As pessoas não querem sair dos seus territórios, não querem sair da sua cultura, não querem sair de onde elas cresceram para serem protegidas, e é por isso que essa perspectiva de proteção coletiva é tão importante&#8221;, diz.</p></blockquote>
<p>Vanuza Ferreira, advogada popular e militante do MMC, lembra que as mulheres camponesas estão todos os dias nos territórios produzindo alimento e defendendo a agroecologia, as sementes crioulas e a soberania alimentar, e que essa atuação muitas vezes as expõe a conflitos, ameaças e criminalização.</p>
<p>Por isso, afirma Vanuza, &#8220;a proteção precisa considerar também as especificidades das mulheres do campo, de seus territórios, de suas comunidades e as diferentes violências que enfrentamos&#8221;.</p>
<h3>Instalação depois de adiamento</h3>
<p>A instalação do Comitê do PlanoDDH estava prevista para 20 e 21 de agosto, mas foi adiada porque o MDHC não garantiu as passagens de cinco organizações da sociedade civil sediadas fora de Brasília.</p>
<p><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Glaucia-Marinho-JG-2.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12132 size-large" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Glaucia-Marinho-JG-2-1024x682.jpeg" alt="" width="660" height="440" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Glaucia-Marinho-JG-2-1024x682.jpeg 1024w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Glaucia-Marinho-JG-2-300x200.jpeg 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Glaucia-Marinho-JG-2-768x512.jpeg 768w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Glaucia-Marinho-JG-2-1536x1023.jpeg 1536w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Glaucia-Marinho-JG-2-320x213.jpeg 320w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Glaucia-Marinho-JG-2-480x320.jpeg 480w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Glaucia-Marinho-JG-2-800x533.jpeg 800w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Glaucia-Marinho-JG-2-360x240.jpeg 360w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Glaucia-Marinho-JG-2-270x180.jpeg 270w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Glaucia-Marinho-JG-2-555x371.jpeg 555w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Glaucia-Marinho-JG-2-120x80.jpeg 120w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Glaucia-Marinho-JG-2.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 660px) 100vw, 660px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>&#8220;O nosso principal desafio é fazer com que o plano saia de fato do papel. Para isso, além de monitorar a implementação, nós vamos atuar para que tenha orçamento adequado e para que as instituições envolvidas tenham equipe e condições institucionais, para que as medidas de proteção cheguem aos territórios e às pessoas que enfrentam ameaças e violências porque defendem direitos humanos&#8221;, afirma Glaucia Marinho, diretora executiva da Justiça Global e representante da organização no Comitê.</p></blockquote>
<p>Em 10 de setembro, as entidades da bancada enviaram carta à ministra Janine Mello dos Santos pedindo mudanças na Portaria Conjunta nº 6: o fim do voto de qualidade da coordenação governamental, a participação da sociedade civil na coordenação, o custeio de reuniões presenciais, encontros bimestrais e orçamento para o Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas (PPDDH) em 2027.</p>
<p><em>Por Assessoria de Comunicação CBDDH, com informações do MDHC</em></p>
<p dir="ltr">
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		<title>Giro Pela Rede #6: Ferramentas para cobrar direitos nas eleições e depois delas</title>
		<link>https://comiteddh.org.br/ultimas-noticias/giro-pela-rede-6-ferramentas-para-cobrar-direitos-nas-eleicoes-e-depois-delas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Comitê DDH]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 16:41:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH), articulação que reúne 47 organizações e movimentos sociais de todo o país, apresenta mais uma edição da editoria Giro Pela Rede! A editoria é uma iniciativa da comunicação do Comitê para dar visibilidade ao trabalho das organizações parceiras e fazer circular materiais que fortalecem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH), articulação que reúne 47 organizações e movimentos sociais de todo o país, apresenta mais uma edição da editoria Giro Pela Rede!</em></p>
<p>A editoria é uma iniciativa da comunicação do Comitê para dar visibilidade ao trabalho das organizações parceiras e fazer circular materiais que fortalecem a proteção popular de quem defende a vida, os territórios e a democracia.</p>
<p>Nesta edição, recomendamos nove conteúdos para acompanhar as eleições e cobrar quem for eleito, entre eles: o relatório do Cimi sobre o Congresso anti-indígena, o programa da juventude do Levante, a carta feminista e antirracista por uma política de cuidados e o balanço dos 30 anos das cotas para mulheres na política. A seleção traz também guias e experiências de comunicação popular e de organização nos territórios. Confira nossa curadoria!</p>
<p><a href="https://cimi.org.br/wp-content/uploads/2018/09/congresso-anti-indigena.pdf?swcfpc=1" target="_blank" rel="noopener">Congresso Anti-Indígena: os parlamentares que mais atuaram contra os direitos dos povos indígenas</a></p>
<p>Antes de virar plataforma online, lançada em setembro deste ano, o “Congresso Anti-Indígena” foi um relatório publicado pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi) em 2018. O documento traz a ficha dos 50 parlamentares (40 deputados e 10 senadores) que mais atuaram contra os direitos indígenas na legislatura de 2015 a 2018, com os projetos que apresentaram e quem financiou suas campanhas: somadas, as doações declaradas ao TSE chegaram a R$ 145 milhões, R$ 33,6 milhões delas vindas do agronegócio. Vale a leitura para entender a origem da ferramenta que agora acompanha o Congresso até 2026.</p>
<p><a href="https://mndhbrasil.org/acervo/guia-para-jornalistas-reune-contatos-da-sociedade-civil/" target="_blank" rel="noopener">Guia de Fontes da Brasil de Direitos</a><br />
Disponível no acervo do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), o guia produzido pelo Fundo Brasil reúne o contato de mais de 50 organizações de defesa de direitos de todo o país, divididas em 12 temas, do combate ao trabalho escravo aos direitos de crianças e adolescentes. A dica é para jornalistas e comunicadores que querem ouvir na cobertura quem atua nos territórios, e não só as fontes oficiais.</p>
<p><a href="https://artigo19.org/2026/09/30/dossie-o-futuro-e-local-celebra-os-frutos-das-conferencias-de-jornalismo-das-favelas-e-periferias/" target="_blank" rel="noopener">Dossiê “O futuro é local”</a><br />
Produzido pelo Fala Roça e pela Agência Mural, com a Fundação Itaú, o dossiê reúne as propostas da 3ª Conferência de Jornalismo das Favelas e Periferias, realizada na Rocinha, no Rio de Janeiro, em outubro de 2025, com o tema “Justiça climática para nossos territórios”. A ARTIGO 19, que apoiou a conferência, apresenta o material como um guia de recomendações para fortalecer as mídias comunitárias, defender a justiça climática nos territórios e reduzir as desigualdades de acesso à informação. A dica vale para coletivos de comunicação popular e para quem financia ou cobre o jornalismo feito nas favelas e periferias.</p>
<p><a href="https://mab.org.br/publicacao/pnab-uma-conquista-historica/" target="_blank" rel="noopener">Política Nacional de Direitos das Populações Atingidas por Barragens: uma conquista histórica</a><br />
Nesta cartilha, o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) conta a luta que levou à aprovação da Política Nacional de Direitos das Populações Atingidas por Barragens (PNAB), explica os principais artigos da lei e aponta o que falta para que ela seja aplicada por inteiro, diante da emergência climática e das novas fontes de geração de energia. O material foi feito para o debate nos grupos e nas comunidades atingidas, e serve também a movimentos e sindicatos que acompanham a pauta.</p>
<p><a href="https://levante.org.br/programa-popular-para-a-juventude-2/" target="_blank" rel="noopener">Programa Popular para a Juventude</a><br />
O Levante Popular da Juventude lançou para 2026 o programa que organiza suas propostas em nove eixos, entre eles o fim da guerra às drogas e o desencarceramento, o fim da escala 6&#215;1 sem redução salarial, tarifa zero no transporte, a derrubada do marco temporal e o Plano Juventude Negra Viva como política de Estado. O documento completo, em PDF, traz a análise de conjuntura e as propostas detalhadas, e pode ser usado para cobrar compromisso de candidaturas e de quem for eleito.</p>
<p><a href="https://cfemea.org.br/pt/?view=article&amp;id=11772:carta-manifesto-cuidados-2026&amp;catid=629" target="_blank" rel="noopener">Carta Manifesto por uma Política Nacional de Cuidados às Eleições de 2026</a><br />
Publicada pelo Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea), a carta do Fórum Feminista Antirracista por uma Política Nacional de Cuidados cobra de candidaturas, partidos e governos que o cuidado entre como compromisso de campanha. O documento pede orçamento e prazos para a Política Nacional de Cuidados (Lei 15.069/2024) e suas 79 ações, a formalização do trabalho doméstico, hoje abaixo de 30%, e a aprovação da PEC 14/2024, que torna o cuidado um direito constitucional. Mulheres negras são 69,9% das cuidadoras do país, e as creches públicas atendem só 41,2% das crianças de até 3 anos. A dica é usar a carta para cobrar compromissos no segundo turno e acompanhar quem for eleito.</p>
<p><a href="https://revistaafirmativa.com.br/30-anos-das-cotas-para-mulheres-na-politica/" target="_blank" rel="noopener">30 anos das cotas para mulheres na política</a><br />
A Revista Afirmativa faz um balanço de três décadas da lei que criou as cotas de gênero nas candidaturas, aplicadas desde as eleições municipais de 1996. As mulheres são quase 53% do eleitorado, mas ocupam cerca de 18% das cadeiras da Câmara, e em 2026 somam 34,85% das candidaturas consideradas pelo TSE para a divisão dos fundos eleitorais. O artigo trata das candidaturas laranjas, do financiamento desviado para candidaturas masculinas e da violência política de gênero e raça, e defende reserva de cadeiras e paridade. Leitura é útil para analisar o resultado das urnas depois do segundo turno.</p>
<p><a href="https://revistaafirmativa.com.br/campanha-quero-me-ver-no-poder-chega-a-4a-edicao-e-reforca-importancia-da-representatividade-nas-eleicoes-de-2026/" target="_blank" rel="noopener">Campanha Quero Me Ver no Poder chega à 4ª edição</a><br />
Criada em 2020 pela Plataforma dos Movimentos Sociais por Outro Sistema Político, com apoio do Inesc e parceria da Revista Afirmativa desde 2022, a campanha defende a presença de mulheres, pessoas negras, indígenas, LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, juventudes e moradores de periferias nos espaços de decisão. Nesta edição, o foco é o voto para o Legislativo, onde a desigualdade persiste: brancos ainda ocupam cerca de 72% das cadeiras da Câmara, e as mulheres, que são 52,47% do eleitorado, têm cerca de 18%. A campanha também trata de desinformação, violência política de raça e gênero, fraudes às cotas e financiamento de campanhas. “Quando uma mulher negra chega, ela carrega consigo muitas outras que vieram antes”, diz Ayala Santerio, do Coletivo N&#8217;zinga.</p>
<p><a href="https://cfemea.org.br/pt/?view=article&amp;id=11757:farinhada2&amp;catid=562" target="_blank" rel="noopener">Farinhada: mulheres do MST e do Cfemea organizam cooperativa feminista no DF</a><br />
A primeira farinhada da Cooperativa Feminista para a Sustentabilidade (Coofesus) traz uma metodologia participativa para organizar ações no território. No Acampamento 8 de Março, em Planaltina (DF), agricultoras do MST dividiram as tarefas da produção de farinha de mandioca agroecológica e decidiram juntas o preço e a comercialização. O relato do Cfemea, escrito pelas próprias participantes, mostra como a atividade integra o laboratório organizacional do Cfemea com o MST no Distrito Federal e Entorno. A dica serve a movimentos e coletivos que querem construir organização a partir da prática coletiva.</p>
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		<title>Eleição da sociedade civil no CNDH é adiada para depois do segundo turno</title>
		<link>https://comiteddh.org.br/ultimas-noticias/eleicao-da-sociedade-civil-no-cndh-e-adiada-para-depois-do-segundo-turno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Comitê DDH]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 14:49:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[CBDDH concorre pela primeira vez a uma vaga no Conselho Nacional dos Direitos Humanos O Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) adiou para 28 e 29 de outubro de 2026 o Encontro Nacional em que serão eleitas as organizações da sociedade civil para o biênio 2026-2028. A data foi remarcada devido ao segundo turno da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">CBDDH concorre pela primeira vez a uma vaga no Conselho Nacional dos Direitos Humanos</span></i></p>
<p>O Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) adiou para 28 e 29 de outubro de 2026 o Encontro Nacional em que serão eleitas as organizações da sociedade civil para o biênio 2026-2028. A data foi remarcada devido ao segundo turno da Eleição Presidencial 2026, em 25 de outubro.</p>
<p>O CBDDH disputa pela primeira vez, em mais de 20 anos de atuação, uma vaga da sociedade civil no CNDH. A candidatura foi habilitada para o biênio 2026-2028 e o Comitê será representado por Glaucia Marinho, diretora executiva da Justiça Global.</p>
<p><strong>Candidatura do CBDDH</strong></p>
<p>A candidatura do CBDDH se dá em contexto do agravamento das ameaças, da criminalização e da violência contra quem defende direitos no Brasil e expressa o papel de uma rede nacional comprometida com a garantia do direito de defender direitos e com a participação efetiva de pessoas, comunidades e coletivos na definição das diretrizes e das respostas do Estado brasileiro à esse contexto de violência.</p>
<p>Há mais de duas décadas, o CBDDH desempenha um papel histórico na construção, no monitoramento e no aperfeiçoamento das políticas públicas de proteção. Essa trajetória reúne produção de dados e denúncias, acompanhamento de situações de risco, articulação de estratégias coletivas e incidência sobre o Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas (PPDDH). Com a instituição do Plano Nacional, em novembro de 2025, torna-se fundamental assegurar que sua implementação traduza os compromissos normativos em proteção concreta, com recursos adequados, articulação entre órgãos públicos, participação social efetiva e medidas que reconheçam as dimensões individual, coletiva e territorial da proteção.</p>
<p>A candidatura, portanto, também reafirma o compromisso com o fortalecimento do Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) como Instituição Nacional de Direitos Humanos, orientada pelos Princípios de Paris, com independência, pluralidade, estrutura e recursos suficientes para exercer suas atribuições. Fortalecer o Conselho significa assegurar condições para que possa prevenir violações, receber e apurar denúncias, promover medidas de proteção e reparação, aplicar as sanções de sua competência, fiscalizar a política nacional de direitos humanos e expedir recomendações a instituições públicas e privadas.</p>
<p>A eleição acontece no Encontro Nacional Virtual do CNDH, em 28 e 29 de outubro de 2026. A lista das organizações habilitadas para Eleição CNDH Biênio 2026 – 2028, pode ser conferida<a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/ResultadodaFasedeHabilitao.pdf" target="_blank" rel="noopener"> aqui.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>CBDDH apresenta, pela primeira vez, candidatura ao Conselho Nacional dos Direitos Humanos</title>
		<link>https://comiteddh.org.br/ultimas-noticias/cbddh-apresenta-pela-primeira-vez-candidatura-ao-conselho-nacional-dos-direitos-humanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Comitê DDH]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 15:32:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#ParticipaçãoSocial]]></category>
		<category><![CDATA[CNDH]]></category>
		<category><![CDATA[Comitê Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[ComiteDDH]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasília &#8211; O Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH), articulação de 47 organizações e movimentos da sociedade civil, comunica a habilitação da sua candidatura a uma vaga da sociedade civil no Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) para o biênio 2026-2028, representado por Glaucia Marinho, diretora executiva da Justiça Global. Em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_12106" aria-describedby="caption-attachment-12106" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/55166890964_be9daf58dc_b.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-12106 size-full" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/55166890964_be9daf58dc_b.jpg" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/55166890964_be9daf58dc_b.jpg 1024w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/55166890964_be9daf58dc_b-300x169.jpg 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/55166890964_be9daf58dc_b-768x432.jpg 768w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/55166890964_be9daf58dc_b-320x180.jpg 320w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/55166890964_be9daf58dc_b-480x270.jpg 480w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/55166890964_be9daf58dc_b-800x450.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-12106" class="wp-caption-text"><em>Plenária final do 8º Encontro Nacional do CBDDH, composto por 47 organizações e movimentos sociais, realizado e março de 2026. Foto: Tatiana Lima.</em></figcaption></figure>
<p>Brasília &#8211; O Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH), articulação de 47 organizações e movimentos da sociedade civil, comunica a habilitação da sua candidatura a uma vaga da sociedade civil no Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) para o biênio 2026-2028, representado por Glaucia Marinho, diretora executiva da Justiça Global. Em mais de 20 anos de atuação, é a primeira vez que o Comitê se coloca à disposição para compor  um assento neste conselho de Estado.</p>
<p>A candidatura do CBDDH se dá em contexto do agravamento das ameaças, da criminalização e da violência contra quem defende direitos no Brasil e expressa o papel de uma rede nacional comprometida com a garantia do direito de defender direitos e com a participação efetiva de pessoas, comunidades e coletivos na definição das diretrizes e das respostas do Estado brasileiro à esse contexto de violência.</p>
<p>O CBDDH desempenha, há mais de duas décadas, um papel histórico na construção, no monitoramento e no aperfeiçoamento das políticas públicas de proteção. Essa trajetória reúne produção de dados e denúncias, acompanhamento de situações de risco, articulação de estratégias coletivas e incidência sobre o Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas (PPDDH). Com a instituição do Plano Nacional, em novembro de 2025, torna-se fundamental assegurar que sua implementação traduza os compromissos normativos em proteção concreta, com recursos adequados, articulação entre órgãos públicos, participação social efetiva e medidas que reconheçam as dimensões individual, coletiva e territorial da proteção.</p>
<p>A candidatura do CBDDH também reafirma o compromisso com o fortalecimento do Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) como Instituição Nacional de Direitos Humanos, orientada pelos Princípios de Paris, com independência, pluralidade, estrutura e recursos suficientes para exercer suas atribuições. Fortalecer o Conselho significa assegurar condições para que possa prevenir violações, receber e apurar denúncias, promover medidas de proteção e reparação, aplicar as sanções de sua competência, fiscalizar a política nacional de direitos humanos e expedir recomendações a instituições públicas e privadas.</p>
<p>A eleição acontece no Encontro Nacional Virtual do CNDH, em 22 e 23 de outubro de 2026. Seguiremos informando os próximos passos e contamos com o apoio das organizações e movimentos parceiros à candidatura do CNDH. A lista das organizações habilitadas para Eleição CNDH Biênio 2026 &#8211; 2028, pode ser conferida<a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/10/ResultadodaFasedeHabilitao.pdf" target="_blank" rel="noopener"> aqui.</a></p>
<p>Brasília, 02 de outubro de 2026<br />
Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Brasília, 02 de outubro de 2026.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos.</span></p>
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		<title>Morre aos 81 anos a ativista política Amelinha Teles, símbolo de resistência à ditadura e dos direitos humanos</title>
		<link>https://comiteddh.org.br/ultimas-noticias/morre-aos-81-anos-a-ativista-politica-amelinha-teles-simbolo-de-resistencia-a-ditadura-e-baluarte-dos-direitos-humanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Comitê DDH]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 19:29:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Amelinha é referência global da luta das mulheres e da democracia contra a barbárie estatal O Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH), composto por 47 organizações e movimentos sociais da sociedade civil, manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de Maria Amélia de Almeida Teles, ocorrido nesta terça-feira, aos 81 anos. Perdemos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><em>Amelinha é referência global da luta das mulheres e da democracia contra a barbárie estatal</em></h3>
<figure id="attachment_12095" aria-describedby="caption-attachment-12095" style="width: 1170px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/09/morre-aos-81-anos-a-ativista-politica-amelinha-teles-simbolo-de-resistencia-a-ditadura.webp"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-12095 size-full" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/09/morre-aos-81-anos-a-ativista-politica-amelinha-teles-simbolo-de-resistencia-a-ditadura.webp" alt="" width="1170" height="700" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/09/morre-aos-81-anos-a-ativista-politica-amelinha-teles-simbolo-de-resistencia-a-ditadura.webp 1170w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/09/morre-aos-81-anos-a-ativista-politica-amelinha-teles-simbolo-de-resistencia-a-ditadura-300x179.webp 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/09/morre-aos-81-anos-a-ativista-politica-amelinha-teles-simbolo-de-resistencia-a-ditadura-1024x613.webp 1024w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/09/morre-aos-81-anos-a-ativista-politica-amelinha-teles-simbolo-de-resistencia-a-ditadura-768x459.webp 768w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/09/morre-aos-81-anos-a-ativista-politica-amelinha-teles-simbolo-de-resistencia-a-ditadura-320x191.webp 320w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/09/morre-aos-81-anos-a-ativista-politica-amelinha-teles-simbolo-de-resistencia-a-ditadura-480x287.webp 480w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/09/morre-aos-81-anos-a-ativista-politica-amelinha-teles-simbolo-de-resistencia-a-ditadura-800x479.webp 800w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/09/morre-aos-81-anos-a-ativista-politica-amelinha-teles-simbolo-de-resistencia-a-ditadura-770x460.webp 770w" sizes="auto, (max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /></a><figcaption id="caption-attachment-12095" class="wp-caption-text">Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>O Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH), composto por 47 organizações e movimentos sociais da sociedade civil, manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de Maria Amélia de Almeida Teles, ocorrido nesta terça-feira, aos 81 anos. Perdemos uma referência fundamental da resistência democrática, do feminismo e da defesa intransigente dos direitos humanos no Brasil.</p>
<p>Sobrevivente da tortura e da perseguição da ditadura militar, período em que foi presa política junto a sua família pelo DOI-CODI, Amelinha Teles transformou a dor e a violência do Estado em uma luta incansável por memória, verdade e justiça. Sua trajetória confunde-se com a própria história da construção democrática brasileira. Através de sua militância no Partido Comunista do Brasil (PCdoB), de sua atuação na União Brasileira de Mulheres (UBM) e de seu trabalho incansável no Centro Santo Dias de Direitos Humanos, ela dedicou cada dia de sua vida a denunciar os crimes do regime militar, a apoiar vítimas de violência estatal e a pautar os direitos das mulheres.</p>
<blockquote><p>Amelinha foi uma defensora incansável das defensoras e defensores de direitos humanos, emprestando sua voz e sua coragem para que as graves violações do passado jamais fossem esquecidas ou repetidas. Sua contribuição para a Comissão da Verdade do Estado de São Paulo e seu testemunho corajoso perante tribunais e comissões foram pilares essenciais para expor a face criminosa da ditadura e responsabilizar seus agentes.</p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/09/Q_Amelinha-653x450-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12094" src="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/09/Q_Amelinha-653x450-1.jpg" alt="" width="653" height="450" srcset="https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/09/Q_Amelinha-653x450-1.jpg 653w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/09/Q_Amelinha-653x450-1-300x207.jpg 300w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/09/Q_Amelinha-653x450-1-320x221.jpg 320w, https://comiteddh.org.br/wp-content/uploads/2026/09/Q_Amelinha-653x450-1-480x331.jpg 480w" sizes="auto, (max-width: 653px) 100vw, 653px" /></a></span></p>
<p>Para o CBDDH, a partida de Amelinha deixa uma lacuna imensurável, mas seu legado permanece vivo em cada coletivo, em cada mulher em luta e em cada defensor e defensora que resiste contra o autoritarismo e a opressão. O seu exemplo de coerência, combatividade e ternura continuará a guiar nossos passos e nossas ações de visibilidade e incidência política.</p>
<p>Amelinha Teles, presente! Hoje e sempre.</p>
<p>Brasília, 15 de setembro de 2026.</p>
<p>Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH)</p>
<p>&nbsp;</p>
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